Momento Bancário

Dúvidas sobre a revisão de aposentadoria por invalidez?

Revisão de benefícios previdenciários pelo governo Temer é tema do MB. Participam do programa os especialistas em Direito Previdenciário Sara Quental e Antônio Rebouças

  • Elisângela Cordeiro, Spbancarios
  • Publicado em 25/05/2018 13:01 / Atualizado em 28/05/2018 12:09

Thiago Akioka

A revisão de aposentadorias por invalidez é a bola da vez do governo Temer. Os aposentados por invalidez são a grande maioria dentre os mais de 520 mil beneficiários convocados no último mês março, na nova fase do Programa de Revisão de Benefícios por Incapacidade (PRBI), que inclui ainda número residual de segurados que utilizam o auxílio- doença.

Esse processo tem gerado dúvida e insegurança entre os trabalhadores, por isso o Momento Bancário com a Presidenta, desta segunda-feira 28 de maio, conta com a participação de especialistas em Direito Previdenciário, Sara Quental e Antônio Rebouças, para tratar do assunto. O programa de webtv vai ao ar a partir das 18h pelo site e redes sociais do Sindicato.

Até o final deste ano, o governo Temer pretende completar a revisão da concessão de 1,5 milhão de benefícios de aposentadoria por invalidez e de auxílio-doença. A chamada operação pente fino, que teve início em setembro 2016, visa cortar o maior número de benefícios dos segurados para angariar recursos aos cofres do governo. O processo vem sendo duramente criticado pelo movimento sindical, porque ao invés de cobrar as empresas devedoras do INSS, cujas dívidas ultrapassam R$ 426 bilhões, busca economizar à custa de trabalhadores adoecidos.

De acordo com balanço do INSS, até 10 de maio deste ano, 594 mil perícias já foram realizadas, sendo 356 mil de auxílio-doença, dos quais 286 mil (85%) foram cancelados. Já das 237 mil revisões de aposentadoria por invalidez, 72 mil (30,4%) foram cortadas. 

Participe do MB com a Presidenta

Tem dúvidas sobre a revisão de benefícios? Mande sua pergunta para ser respondida pelos convidados para [email protected]. Sua identidade será preservada. Você também pode mandar perguntas e comentários via Twitter usando #MBemDebate ou ainda pelo Facebook.



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