Mobilização

Dia Nacional de Luta pela Cassi e contra o terrorismo do BB

Banco do Brasil se aproveita de momento delicado da caixa de assistência dos funcionários para tentar convencê-los a aceitar uma proposta desvantajosa e prejudicial

  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 20/06/2018 16:37 / Atualizado em 20/06/2018 17:07

Dirigentes sindicais reunidos com funcionários no escritório digital da Luz

Foto: Seeb-SP

Funcionários do BB estiveram mobilizados nesta quarta-feira 20 no Dia Nacional de Luta pela Cassi. Na base do Sindicato, as atividades aconteceram nos escritórios digitais da Vila Maria, Bom Retiro, Luz, Voluntários da Pátria, SAC e Penha, prédio da Compe, Private na Faria Lima e na agência Carrão, entre outros.

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As mobilizações ocorrem em um cenário em que o Banco do Brasil está se aproveitando do momento delicado da caixa de assistência dos funcionários para tentar convencê-los a aceitar uma proposta desvantajosa e prejudicial. O Sindicato rechaça essa posição e entende que o diálogo é possível, ainda que o BB tenha rompido a mesa de negociação.

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O BB resolveu atropelar este processo. Quer impor aos diretores e conselheiros da Cassi uma decisão que não cabe a eles. Ao mesmo tempo, assedia os funcionários para apoiarem uma proposta que corta direitos, aumenta contribuições dos associados e reduz as do banco, implanta voto de minerva a favor do BB e entrega duas diretorias ao mercado, reduzindo a participação dos associados a um terço”, lembra o secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato e funcionário do BB João Fukunaga.

Segundo o dirigente, toda a proposta em torno da Cassi que o banco trouxe nestes últimos três anos eram levadas primeiramente para a mesa de negociação. Posteriormente, se houvesse um acerto das partes, a proposta então era encaminhada para o Corpo Diretivo e para o Corpo Social, onde era feita uma consulta geral.

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“Ao invés de assumir a sua responsabilidade no custeio da Cassi, o banco quer mudar a governança da caixa de assistência para, futuramente, poder mandar e impor alterações que representarão maiores custos e menor cobertura médica aos funcionários e aposentados”, acrescenta o dirigente.



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