Caixa Federal

Sindicato e Apcef cobram melhores condições à SR Santana

Dirigentes reforçam reivindicações dos empregados ao novo superintendente, que garante que o trabalho além da jornada sem anotação no ponto está proibido; bancários devem denunciar caso compromisso não seja respeitado

  • Rodolfo Wrolli, Redação
  • Publicado em 14/07/2017 18:32 / Atualizado em 14/07/2017 18:35

À esquerda, os dirigentes Kardec de Jesus, Dionísio Reis (centro) e Danilo Perez

Foto: Apcef/SP

São Paulo – Dirigentes do Sindicato e da Apcef São Paulo reuniram-se com o novo encarregado da Superintendência Regional Santana da Caixa para reforçar as reivindicações dos empregados por melhores condições de trabalho nas agências subordinadas. Dentre as demandas, proibição da exposição de ranking de metas, cobrança de metas via telefone celular e cumprimento correto da jornada de trabalho.

O superintendente garantiu que o trabalho além da jornada sem anotação no ponto será coibido. “Reforçamos a importância desse compromisso, porque o empregado que trabalhar além da jornada sem a anotação no ponto poderá sofrer sanções da Caixa caso a Superintendência Regional do Trabalho execute uma fiscalização na agência”, alerta o dirigente sindical e empregado da Caixa Danilo Perez. 

Tanto a cobrança de metas por celular como a exposição de ranking de metas são práticas proibidas pela Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários, assinada pela Fenaban, a qual a Caixa tem assento. Os bancários devem denunciar ao Sindicato caso enfrentem esses abusos.  A denuncia pode ser feita pelo 3188-5200, por meio do canal Assuma o Controle ou via Whatsapp pelo 97593-7749. O sigilo do denunciante é absoluto. 

As reivindicações já haviam sido feitas ao anterior superintendente da Regional Santana, em reunião ocorrida no dia 8 de março.  “Vamos continuar acompanhando a situação das agências e cobrando o cumprimento do compromisso do superintendente e da convenção coletiva de trabalho. É importante que os bancários que sofrerem desrespeitos denunciem”, orienta Danilo Perez. 



Voltar para o topo