CCT

Campanha 2018 é exemplo na luta contra reforma trabalhista

Presidenta do Sindicato, Ivone Silva, que assinou nova CCT, destaca que mobilização contra retirada de direitos é permanente

  • Publicado em 31/08/2018 20:00 / Atualizado em 31/08/2018 20:25

A presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, que assinou, nesta sexta-feira 31, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e os acordos específicos com o Banco do Brasil e a Caixa Federal, dentro da Campanha Nacional dos Bancários 2018.

A campanha resultou em um acordo de dois anos que prevê reajuste de 5% - reposição da inflação (INPC) mais aumento real de 1,18% - sobre salários e demais verbas em 2018; e reposição da inflação (INPC) mais ganho real de 1% em 2019. A luta da categoria ainda garantiu a manutenção de direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que é uma das únicas com validade em todo o país.

A proposta da Fenaban foi aprovada em assembleias de bancários de bancos bancos públicos e privados de São Paulo, Osasco e região, realizadas na quarta-feira 29.

“Na conferência nacional tiramos toda a nossa estratégia, o que seria prioridade nessa campanha, que era o aumento real, a não retirada de direitos tanto da Fenaban quanto de bancos públicos. E esses objetivos foram cumpridos, foram alcançados nas negociações que foram muito intensas”, disse Ivone.

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Saiba como foram as negociações com a Fenaban

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> 8ª rodada: Bancos propõem reajuste insuficiente, com retirada de direitos
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Categoria esteve mobilizada durante as negociações:

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