Resistência

Bancários engrossam protesto em defesa do metrô

Representantes da categoria estiveram junto com os metroviários em manifestação durante inauguração com três anos de atraso da estação Brooklin

  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 06/09/2017 17:05 / Atualizado em 06/09/2017 17:20

Bancários e metroviários juntos em defesa do patrimônio público

Foto: Seeb-SP

São Paulo - A luta em defesa das empresas públicas brasileiras não se resume à defesa dos bancos públicos, está na pauta dos trabalhadores de todos os setores de serviços voltados para a sociedade. Com esse pensamento, os bancários engorssaram protesto dos metroviários, nesta quarta 6, durante a inauguração da estação Brooklin da Linha 5 Lilás do Metrô de São Paulo.

"Há denúncias de nossos companheiros metroviários de ameaças de privatizações. Essa é a política da atual gestão tucana no governo do estado de São Paulo, que há anos vem desmontando o transporte público e que desmontou os bancos públicos estaduais paulistas. Nós estamos aqui para dizer que não admitimos essa lógica privatista, tanto no sistema de transportes como no sistema dos bancos", disse Antônio Netto, dirigente sindical bancário.

De acordo com o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, o projeto do governo Alckmin é privatizar as linhas 5-Lilás (Adolfo Pinheiro - Capão Redondo) e 17-Ouro – esta atualmente em construção (paralisada). A representação dos trabalhadores criou uma petição pública para barrar o entreguismo de Alckmin (clique aqui para assinar).

A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) também está na mira da privatização. As denúncias dão conta de planos para as linhas 9-Esmeralda (Grajaú-Osasco) e 8-Diamante (Júlio Prestes-Itapevi), cuja elaboração de propostas já foi encaminhada pelo governador em junho do ano passado.

Bancos - Na mesma data, o Sindicato foi às ruas também em defesa dos bancos públicos. Os atos ocorreram em todas as regiões da capital, Osasco e Taboão da Serra. Os dirigentes dialogaram com os trabalhadores sobre o papel social de instituições como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal e coletaram assinaturas para o abaixo-assinado contra o desmonte dos bancos públicos.



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