Justiça

Itaú é condenado a pagar 7ª e 8ª horas e PLR proporcional

Bancária de Jundiaí contou com assessoria do sindicato daquela cidade para reaver seus direitos; Sindicato de São Paulo também tem serviços especializados na área jurídica. Sindicalize-se!

  • Redação Spbancarios, com informações da Contraf-CUT
  • Publicado em 04/09/2017 13:54 / Atualizado em 04/09/2017 13:59

Foto: Filipo Tardim / Wikipedia

São Paulo - Uma bancária ganhou um processo referente a 7ª e 8ª horas e PLR proporcional. A sentença, proferida no dia 25 de agosto pela juíza Cristiane Helena Pontes, condena o Itaú a pagar R$ 80 mil para a funcionária, que de 2011 a 2015 atuou com a função de assessora operacional de empresas.

Após ser demitida, segundo matéria da Contraf-CUT, a bancária procurou o Sindicato dos Bancários de Jundiaí e região, que entrou com ação. De acordo com a advogada Aparecida das Neves, assessora jurídica da entidade, a bancária não tinha um cargo de confiança e, portanto, tem direito a receber as horas extras. Ainda segundo ela, a PLR proporcional está prevista em orientação jurisprudencial do TST, que determina o pagamento da participação nos lucros equivalente aos meses trabalhados.

Aparecida explica que o banco tem a prática de oferecer cargos de assessoria ou gestão, quando na verdade a função que a pessoa desempenha é a de um funcionário de seis horas.

O Sindicato informa que ainda cabe recurso para ambas as partes.

Seeb-SP - O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região também tem um departamento especializado em serviços de assessoria jurídica que pode ser usado por todos os bancários, financiários, trabalhadores em cooperativas de crédito e em empresas prestadoras de serviços bancários, os chamados terceirizados de sua base.

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