Mobilização

Defenda a Caixa você também!

Campanha do Comitê Nacional em Defesa da Caixa mostra importância do banco para o Brasil e a população, destacando atuação em habitação, saneamento, infraestrutura, entre outras, envolvendo a sociedade nos debates e na luta.Participe!

  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 24/11/2017 18:11 / Atualizado em 24/11/2017 18:47

Lançamento da campanha Defenda a Caixa você também aconteceu no Rio de Janeiro, em 3 de outubro

Foto: Divulgação

São Paulo – O governo Temer, de profunda inspiração neoliberal, promove um enorme desmonte da Caixa, banco público fundamental para o desenvolvimento do país. Neste processo – que objetiva a abertura de capital da instituição, redução de seu papel social e, por fim, a privatização – perdem empregados, perde a população e o Brasil. Para denunciar e barrar o desmonte do banco, o Comitê Nacional em Defesa da Caixa lançou a campanha Defenda a Caixa você também.

O objetivo é mostrar a importância do banco para o Brasil e os brasileiros, destacando sua atuação em áreas como habitação, saneamento, infraestrutura urbana, educação, esporte, cultura, entre outras, envolvendo a sociedade nos debates e na luta.

“A Caixa é responsável por 70% dos financiamentos habitacionais no país. Opera o Minha Casa Minha Vida, que desde 2009 entrega em média 1.200 casas por dia, gerando 1,2 milhões de empregos, beneficiando mais de 3,3 milhões de famílias; e o Bolsa Família, que no ano passado pagou R$ 27,4 bilhões em benefícios. A Caixa também é o banco do FGTS. Além de socorrer trabalhadores em momentos de dificuldade, como na demissão sem justa causa, o fundo ajuda no desenvolvimento do país, com obras financiadas em mais de 4 mil cidades. Isso sem falar nos investimentos em educação, agricultura, cultura, esporte, saneamento, o pagamento do seguro desemprego, abono-salarial, PIS, aposentadorias, entre outras atribuições fundamentais para o país”, explica o diretor do Sindicato e coordenador da CEE/Caixa, Dionísio Reis.

“Isso tudo só é possível porque a Caixa é 100% pública. Não interessa às instituições privadas, que já se assanham com as ameaças de privatização, o papel social exercido pela Caixa. Não podemos permitir que a Caixa deixe de ser o banco da habitação popular, do saneamento, da poupança, do FIES, do Bolsa Família, das loterias e dos municípios. Defender a Caixa é defender o Brasil. Defenda a Caixa você também”, conclama o dirigente.

No site da campanha Defenda a Caixa você também é possível acessar notícias; a agenda de mobilização e luta; baixar materiais on e off-line como a cartilha que explica a importância do banco para o país e as ameaças à instituição pelo governo Temer; além de deixar registrado apoio à campanha.

“A luta em defesa da Caixa tem de envolver toda a sociedade. Essa estratégia já se mostrou efetiva na luta vitoriosa pela manutenção das atividades da agência Jardim Camargo Novo, localizada no extremo-leste de São Paulo, que tinha o fechamento marcado para 10 de novembro. Somente com a união do Sindicato, empregados, população e comerciantes locais foi possível fazer a direção do banco recuar. É exatamente isso que precisamos fazer nacionalmente para defender a Caixa 100% Pública e os seus empregados”, conclui Dionísio.

Comitê Nacional em Defesa da Caixa - Integram o Comitê Nacional em Defesa da Caixa as seguintes entidades: Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Federação Nacional dos Gestores da Caixa Econômica Federal (Fenag), Federação Nacional das Associações de Aposentados e Pensionistas da Caixa Econômoica Federal (Fenacef), Associação dos Advogados da Caixa Econômica Federal (Advocef), Associação Nacional dos Engenheiros e Arquitetos da Caixa Econômica Federal (Aneac), Associação Nacional dos Auditores Internos da Caixa Econômica Federal (AudiCaixa), Associação Nacional dos Técnicos Sociais e Assistentes de Projetos Sociais da Caixa Econômica Federal (Social Caixa), Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec) e Fórum Nacional da Reforma Urbana (FNRU), além das centrais sindicais CUT, CTB, Intersindical, CSP/Conlutas e UGT.
 



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