16 Dias de Ativismo

Campanha denuncia violência contra a Mulher

Ação faz parte dos 16 dias de ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher, que teve início nesse 25 de novembro, Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher

  • Elisângela Cordeiro, Spbancarios
  • Publicado em 26/11/2018 18:40 / Atualizado em 03/12/2018 15:19

Entre hoje e o dia 10 dezembro, o Sindicato dos Bancários irá publicar vídeos nos quais irá destacar os 16 compromissos de ação pelo Fim da Violência Contra a Mulher, como forma de cobrar medidas para combater esta triste realidade, que diariamente deixa vítimas em todo o Brasil. O país detém umas das taxas mais elevadas de assassinatos de mulheres do mundo.

A dirigente Sindical, Érica Godoy, destaca a importância da campanha. “Precisamos inserir o debate na sociedade, pois os números de violência contra a mulher são alarmantes e tendem a aumentar caso não intercedamos com políticas de prevenção, informação e punição".

A diretora do Sindicato e bancária do Santander, Silmara da Silva, abre a campanha que teve inicio nesse 25 de novembro, Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher. A ação faz parte dos 16 dias de ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher. Esta campanha está sendo feita juntamente com a Uni Global Union, sindicato global, em diversos países.

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Origem

Os 16 dias de ativismo começaram em 1991, quando mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (CWGL), iniciaram uma campanha com o objetivo de promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo, segundo a ONU Mulheres Brasil.

No Brasil, a Campanha ocorre desde 2003 e é chamada 16+5 Dias de Ativismo, pois incorporou o Dia da Consciência Negra. A mobilização termina em 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Cerca de 150 países participam da campanha.

A data é uma homenagem às irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas” e assassinadas em 1960 por fazerem oposição ao governo do ditador Rafael Trujillo, que presidiu a República Dominicana de 1930 a 1961, quando foi deposto.

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