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Calote de Alckmin a bancários beira dois meses

Bancários do Desenvolve SP ainda não viram a cor do abono de R$ 3,5 mil conquistados na Campanha Nacional Unificada 2016 e crédito deveria ter sido feito em 24 de outubro; também não receberam reajustes em salários e vales

Redação, Spbancarios
13/12/2016


São Paulo – Sem abono e sem os devidos reajustes nos salários e nos vales refeição e alimentação. Essa é a dura realidade dos cerca de 180 funcionários do Desenvolve SP – agência de fomento do governo paulista.

Embora tenha sido cobrado diversas vezes pelo Sindicato – inclusive com atos em frente ao prédio – a empresa controlada pelo governo Alckmin segue desrespeitando a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Por esse documento, o pagamento do abono de R$ 3,5 mil e da primeira parcela da PLR deveria ocorrer até 24 de outubro de 2016. Mas só a PLR foi paga.

A agência também não aplicou os índices de reajuste: 8% nos salários, 15% no vale-alimentação e 10% no vale-refeição e auxílio-creche, todos retroativos a 1º de setembro.

Nas diversas cobranças feitas pelo Sindicato, os representantes da Desenvolve SP atribuem a protelação à falta de autorização de órgãos ligados à Secretaria da Fazenda do Estado.

“Desde 2009 é a mesma ladainha. Uma desculpa que não aceitamos, pois tanto a Desenvolve SP como o governo Alckmin sabem que os funcionários são regrados pela CCT da categoria bancária, gozando de todos os direitos. Isso diz respeito também a índices e prazos de pagamento”, explica o dirigente sindical Luciano Ramos. “Que fique claro: não daremos sossego enquanto os trabalhadores não receberem seus direitos. E os reajustes terão de ser retroativos a 1º de setembro, data base da categoria.”

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