Saúde

Perguntas e Respostas

Resposta:

Esses sintomas podem aparecer para qualquer pessoa, independentemente da idade e do sexo. Repare se você tem se sentido assim já há algum tempo ou se esses sintomas vão e voltam. Caso a resposta seja positiva, procure um médico para que você seja orientado. Caso não tenha gostado da consulta ou tenha dúvida da efetividade das orientações, procure outro para uma segunda opinião.

Resposta: Procure um médico e siga as orientações. Caso não tenha gostado da consulta ou tenha dúvida da efetividade das orientações, procure outro para uma segunda opinião.
Resposta: É importante a sua percepção. Você acha que os sintomas que tem atualmente começaram por situações relacionadas direta ou indiretamente com o seu trabalho? Você conhece colegas com os mesmos sintomas ou que tomam medicamentos para se acalmar ou para dormir à noite?

Se as respostas às questões anteriores forem positivas, há boas chances de se tratar de uma doença ocupacional.

As doenças do sistema musculoesquelético e as psíquicas são relacionadas ao trabalho bancário.

O Ministério da Saúde (portaria 1339/99) e o Ministério da Previdência Social reconhecem mais de 200 doenças relacionadas ao trabalho.

Resposta: CAT – Comunicação de Acidente do Trabalho é um documento emitido on line que deve ser providenciado sempre que houver um acidente ou doença relacionada ao trabalho.

Pela lei 8.213/91, o empregador é responsável por disponibilizar a CAT. Caso ele se recuse, o sindicato, médico ou o próprio paciente podem emitir o documento, entre outros.

Independentemente de quem o faça, por lei, a CAT deve ser registrada pelo INSS.

No caso da não emissão por parte da empresa, entre em contato com o Sindicato pelo 3188-5200 ou pessoalmente na Rua São Bento,413; Edifício Martinelli

Resposta:

Tire uma cópia do atestado e entregue o original para o seu gestor ou departamento de RH. O banco é obrigado a protocolar. Depois arquive ou digitalize esse documento.

Cada empresa tem um fluxo administrativo. Procure saber como é onde trabalha, mas saiba que o banco é responsável pelo pagamento dos 15 primeiros dias de afastamento.

Resposta:

Você deverá ser submetido à perícia do INSS, mediante requerimento a ser encaminhado pelo banco ou por você mesmo.

O banco deve marcar perícia entre 16º e o 30º dia de afastamento.

Se você preferir, pode marcar por conta própria. Basta avisar ao banco e informar sobre a data da perícia assim que tiver marcada.

O perito do INSS poderá conceder ou negar o benefício requerido, ou seja, o auxílio doença.

Resposta:

É obrigatório levar o relatório médico (deve ter sido expedido em até 30 dias. Caso a perícia demore, deverá retornar ao médico para expedição de atestado atualizado) e a DUT (Carta do banco que informa a data do último dia trabalhado),ver cláusula 47ª.

Importante levar também a CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho), se for o caso; exames e laudos de exames recentes; cópias de prontuários médicos; relatórios de fisioterapeutas e/ou psicólogos ou psicoterapeutas; receitas de remédios que está tomando.

Resposta:

Através do Comunicado de Decisão, que deverá ser entregue imediatamente após a perícia. Nesse documento deverá constar também a natureza do benefício concedido (acidentário ou comum) e o prazo de duração.

O INSS, em abril de 2017, passou a disponibilizar os resultados somente pela internet (clique aqui) a partir das 21 horas do dia da perícia.

Resposta:

Existem duas espécies de benefícios. O Auxilio Doença Previdenciário (B31) e o Auxilio Doença Acidentário (B91). Ambos têm o mesmo valor.

A cláusula 29 da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria bancária garante a complementação se o valor do INSS for menor que o salário no banco.

Resposta:

B91 - O INSS reconhece a relação de causa e efeito entre o trabalho e a(s) doença(s). Neste caso, o empregador deve recolher o FGTS do trabalhador durante o período em que estiver afastado. Existe estabilidade no trabalho de pelo menos 12 meses após a cessação do benefício.

B31 - O INSS não reconhece a relação de causa e efeito entre o trabalho e a(s) doença(s). Neste caso, o empregador não recolhe o FGTS. Existe estabilidade de dois meses após a cessação do benefício, no caso de afastamento igual ou superior a seis meses (cláusula 27 da Convenção Coletiva de Trabalho - CCT)

Resposta: Sim, em ambos os casos todo o período afastado é contabilizado para efeito de aposentadoria.
Resposta:

Desde que esteja atestado pelo seu médico, a partir de 15 dias antes da data de cessação do benefício, é possível agendar pelo telefone 135 da Previdência Social ou pelo site do INSS o PP (Pedido de Prorrogação) de benefício. No dia agendado leve o relatório médico atualizado e todos os documentos conforme levou na primeira perícia.

Importante: comunique por escrito ao banco seus procedimentos junto ao INSS.

Resposta:

Se o benefício cessou, você não marcou o PP (Pedido de Prorrogação) e mesmo assim não vai voltar a trabalhar, terá de aguardar pelo menos 30 dias após a data da última perícia para poder agendar uma nova perícia inicial, proceder no dia da perícia da mesma forma que na perícia inicial, levando relatório médico atualizado e toda documentação necessária.

Resposta:

Nos casos de acidente ou doença do trabalho, não há período de carência para marcar perícia no INSS (artigos 24 e 26 da Lei 8.213/91). O paciente tem o fundo de garantia recolhido pelo empregador durante o período de afastamento e estabilidade de pelo menos 12 meses após o retorno ao trabalho.

Resposta:

Comparecer ao posto do INSS onde teve o benefício concedido e entrar com Pedido de Reversão de Espécie de Benefício, de Previdenciário (B31) para Acidentário (B91). Agendar também consulta no atendimento jurídico do Sindicato (3188-5200) sobre possível ação contra o INSS.

Resposta:

Existem dois caminhos:

1. Tentar a volta ao trabalho informando a empresa o resultado da perícia médica e que vai retornar.

A empresa deve marcar o médico do trabalho para o exame de retorno. Neste caso:
• Se for considerado apto, vai retornar ao trabalho.
• Se for considerado inapto, deve marcar outra perícia no INSS, após 30 dias da última perícia, levando relatório médico atualizado e o encaminhamento do médico do trabalho, juntamente com os outros documentos. Neste caso, cabe pedir o salário emergencial até a próxima perícia, conforme a Cláusula 65 da Convenção Coletiva de Trabalho dos bancários.

2. Marcar outra perícia direto sem tentar o retorno ao trabalho. Deve ter a recomendação médica de se manter afastado, comunicar o banco o resultado da perícia e marcar a nova perícia, comunicando também o banco. Neste caso, não cabe pedir salário emergencial até a próxima perícia, conforme a Cláusula 65 da CCT dos bancários.

Resposta:

• Cesta Alimentação - Permanece por 180 dias a partir da data do afastamento (Cláusula 15ª da Convenção Coletiva)

• Auxílio Babá ou Auxílio-Creche

• Tem direito ao complemento salarial do banco por até 2 anos, quando o pagamento do INSS for menor do que o do bancário.(Cláusula 29 da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria)

• Adiantamento de Salário até receber do INSS na primeira perícia( Cláusula 29)

• Plano de Saúde - mantém da mesma forma

Resposta:

Se o assalto aconteceu no banco ou no trajeto é acidente de trabalho.

Importante saber que em qualquer caso de assalto, o Sindicato deve ser comunicado. Outra coisa importante é obter uma cópia do Boletim de Ocorrência (B.O.), mesmo que o seu nome não esteja mencionado.

Para registro da CAT ,é necessário ter um relatório médico com diagnóstico (CID).

Procure o Sindicato pelo 3188-5200, pessoalmente ou pelo e-mail [email protected].

Resposta: Não. Prevalece a estabilidade do benefício acidentário concedido anteriormente (B91).

Se nesse novo benefício (B31), o problema de saúde continua sendo o mesmo que gerou o benefício acidentário de antes, cabe entrar com pedido de Reversão de Espécie de Benefício, conforme mencionado anteriormente.

Resposta: Não. No entanto, a depender do período de afastamento (quando superior a seis meses) pode ser modificada a contagem do período aquisitivo. Neste caso consulte o departamento jurídico do Sindicato no 3188-5200.
Resposta: Sim. O INSS paga proporcionalmente ao período de afastamento e a empresa paga proporcionalmente ao período trabalhado.
Resposta:

Assédio Moral é caracterizado por formas de constrangimento ao trabalhador por seus superiores ou mesmo colegas de trabalho. Quando o trabalhador é exposto constantemente a atos negativos, repetitivos, que denigram sua dignidade ou intimidam ou apavoram ou causem desconforto nas outras pessoas.

Envolve comunicação desrespeitosa ou hostil. A pessoa que sofre a ação sente dificuldade em se defender. São situações vexatórias durante o trabalho.

São exemplos de Assédio Moral ameaçar de demissão, ofender, sobrecarregar de trabalho, dificultar a execução de tarefas, isolar a pessoa, desmoralizar publicamente, desvalorizar o trabalho efetuado, expor a vida ou problemas particulares, cobrar desmedidamente o rendimento do empregado ou deixar de conversar com a pessoa.

Resposta:

A denúncia deve ser registrada por meio do canal Assuma o Controle, no site do Sindicato. O sigilo é garantido. No site você encontra detalhes sobre como fazer a denúncia. A denúncia pode ser feita também na sede do Sindicato na Rua São Bento,413  e nas regionais do Sindicato (veja os endereços).

Últimas notícias

Até agosto, Temer enterra unidades do Farmácia Popular

Retrocesso - 07/06/2017 16:09

Retrocesso também na prevenção à aids

Saúde - 07/06/2017 12:48

Conselhos serão renovados em meio a desmonte da saúde pública

CRST - 05/06/2017 17:45

'Planinhos' oferecem rede de hospitais 62% menor

Idec - 25/05/2017 16:44

Bancários querem criação de políticas de prevenção

Coletivo - 19/05/2017 13:32

Manifestação marcará 30 anos da luta antimanicomial

18 de maio - 15/05/2017 13:07

Quase metade da categoria bancária já trabalhou doente

Presenteísmo - 15/05/2017 12:59

Reforma trabalhista prejudica saúde do trabalhador

Ameaça - 11/05/2017 17:33

Voltar para o topo