Comunicado da Comissão Eleitoral

Transparência, democracia, grandiosidade

Seja em número de votantes ou em espaço geográfico, eleição para a diretoria do Sindicato é maior que a de muitos municípios do Brasil; votação começou na terça e vai até sexta-feira 28, mas Comissão Eleitoral conclama bancários a votar logo nos primeiros dias

  • Cláudia Motta, Spbancarios
  • Publicado em 25/04/2017 12:10 / Atualizado em 25/04/2017 15:31

Presidente da Comissão Eleitoral dá início à eleição do Sindicato ao lado das representantes das chapas 1 e 2 e das presidentas da Fetec-CUT/SP, do Sindicato e do presidente da Central Única dos Trabalhadores

Foto: Jailton Garcia

São Paulo - Cerca de 3 mil locais de trabalho, milhares de votantes distribuídos por 16 municípios, além da capital de São Paulo. Esses são alguns dos números que dimensionam o tamanho da eleição para a diretoria do Sindicato. O pleito teve início às 7h da manhã da terça-feira 25 e segue até a sexta-feira 28. Diante da greve geral convocada pela CUT e demais centrais sindicais para o dia 28, a Comissão Eleitoral conclama os bancários a votar logo nos primeiros dias.

"A eleição do Sindicato é uma lição de democracia, transparência e um exemplo de grandiosidade", afirma o presidente da Comissão Eleitoral, Luiz Cláudio Marcolino. O bancário do Itaú foi presidente do Sindicato entre 2004 e 2010 e esse é o oitavo processo eleitoral do Sindicato que acompanha, mas a primeira vez na coordenação. "Dessa vez participo da organização desse que é um dos mais importantes processos eleitorais do movimento sindical brasileiro e do mundo. Maior até que muitos municípios do nosso país", avalia Marcolino.

Quando abriu a eleição, logo no início da manhã do dia 25, Marcolino explicou aos aproximadamente 680 mesários, que receberiam uma pasta com todos os documentos necessários para os trabalhos nos quatro dias de eleição, além da urna e de uma cabine de votação para preservar o sigilo do voto.

Cada urna pode ser acompanhada por um fiscal de cada chapa que necessariamente deve ser um bancário. Uma lista com o roteiro para coleta dos votos, nome da unidade bancária e número de eleitores também faz parte dos documentos de cada urna. 

Direito ao voto - São os bancários sindicalizados que têm direito a voto e os mesários devem conferir os dados dos trabalhadores por meio de crachá do banco e RG ou outro documento com foto. 

Caso o trabalhador comprove ter direito de votar por meio de holerite ou outro documento, mas não esteja na lista, o voto deve ser recolhido e anotado em lista: é o voto em separado.

Marcolino orientou, ainda, aos mesários, que também anotem os nomes dos bancários ou bancárias com direito a voto, mas que estejam ausentes em função de férias ou licença.

Após as orientações e ainda no início da manhã, saiam as primeiras urnas. Dezenas de carros e vans foram disponibilizados para o transporte das urnas que percorreram locais de trabalho mais distantes. Tudo em nome do direito ao voto dos bancários.

"Participe", convoca o presidente da Comissão Eleitoral. "É importante que todos votem assim que possível. Quanto maior a participação na eleição do Sindicato, mais força e representatividade terá a entidade", enfatiza Marcolino.



Voltar para o topo