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Votação do relatório anual da Cassi termina nesta quinta-feira 

A maioria dos associados ainda não votou, mas ainda é possível exercer este direito até o final deste dia 18

  • Contraf-CUT, com edição da Redação Spbancarios
  • Publicado em 17/04/2019 17:11 / Atualizado em 17/04/2019 18:26

O Relatório Anual da Cassi de 2018 foi aprovado por unanimidade pelos diretores e conselheiros deliberativos da entidade, com parecer favorável unânime do Conselho Fiscal.

> Vote sim no relatório anual da Cassi 

O movimento sindical e entidades associativas defendem a aprovação do relatório, por entenderem que espelham a realidade das contas da Cassi. 

A votação pode ser feita pelo site da Cassi, e também pelo Sisbb, aplicativo do banco e terminais de autoatendimento.  

O relatório foi auditado pela auditoria independente BDO e está disponível aqui.   

Para João Fukunaga, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo, “chama a atenção o fato de conselheiros e diretores eleitos não terem se manifestado publicamente sobre o relatório, apesar de já o terem aprovado formalmente nos órgãos colegiados estatutários. O silêncio dos responsáveis pela gestão da Cassi é incompreensível, sobretudo em face das dificuldades vividas pelo plano de saúde.” 

A Cassi fechou o ano com déficit de R$ 351 milhões no Plano Associados, que poderia ter sido maior se o banco não tivesse aportado R$ 323 milhões a título de antecipação das contribuições patronais sobre o 13º salário de quatro exercícios futuros. Com a participação dos diretores eleitos, as entidades sindicais e associativas negociaram com o banco um acordo para equilibrar a situação financeira, a ser levado à deliberação dos associados depois da votação do relatório anual. 

“É preciso concluir a votação do relatório para poder deliberar sobre as alterações estatutárias. O silêncio, neste momento, reforça a intenção daqueles que apostam no caos para colocar em risco a sobrevivência do plano de saúde dos funcionários do BB. Há setores da direção do banco e do governo que desejam destruir a Cassi e eliminar a participação dos associados na gestão, pois seu objetivo final é entregar a saúde dos funcionários aos planos privados”, comenta Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, que coordenou a mesa de negociação da Cassi. 



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