São Paulo – O terceiro dia de greve dos bancários do Banco do Brasil foi marcado por um ato de truculência da Polícia Militar no prédio da Superintendência, que fica na Avenida Paulista. O local, que parou nesta quinta-feira dia 20, concentra também diversas diretorias da instituição.
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Trabalhadores participavam da manifestação relatando suas insatisfações como falta de valorização no plano de carreira, descumprimento da jornada de seis horas e assédio moral quando policiais, de forma agressiva, forçaram a abertura do local paralisado. A atitude deixou o clima tenso.
O funcionário do BB e diretor executivo do Sindicato Ernesto Izumi destaca que mesmo com a truculência o recado dos funcionários para a direção do banco foi dado. “Conseguimos demonstrar que os funcionários da diretoria também estão descontentes e vão cobrar mais valorização como plano de carreira, cumprimento da jornada de seis horas e fim do assédio moral. Não vamos admitir interferência da polícia no nosso movimento”, afirma.
Mais truculência – O administrador da agência Estilo São João também chamou a polícia impedindo o comitê de esclarecimento de realizar o convencimento dos trabalhadores sobre a importância de aderirem à greve.
Carlos Fernandes - 20/9/2012
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Funcionários participavam pacificamente do ato quando a PM forçou a abertura da concentração do BB
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