Pare!

Greve Geral dia 28 contra retirada dos seus direitos. Vamos parar o Brasil. Reaja!

Mobilização nacional convocada pela CUT vai mostrar para o governo Temer que a classe trabalhadora não aceita a extinção de direitos trabalhistas e previdenciários, duramente conquistados, e quer o fortalecimento dos bancos públicos 

  • Publicado em 19/04/2017 19:15 / Atualizado em 27/04/2017 17:29

Arte: Seeb-SP

São Paulo - São tão claros e numerosos os motivos para cruzar os braços na greve geral do dia 28, que pelo menos oito em cada dez bancários decidiram pela participação da categoria na mobilização. O índice de aprovação, 81%, saiu de votações em assembleias realizadas em dezenas de locais de trabalho, com a participação de 15.613 trabalhadores de bancos públicos e privados.

Greve vai parar transporte, escolas, bancos, indústria; veja lista 
Todas as linhas da CPTM vão parar na sexta-feira
Paralisação total de motoristas e cobradores na cidade de SP

 A greve geral foi convocada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) e demais centrais sindicais em resistência aos diversos ataques feitos pelo governo Temer contra a classe trabalhadora. Dentre eles, a extinção da Previdência Social e da CLT, travestida nas reformas da Previdência e trabalhista, o desmonte dos bancos públicos e a terceirização generalizada.

MPT: Trabalhador é quem decide sobre greve e seus interesses
> Desmonte da Previdência é rejeitado por 93%
> CUT: reforma trabalhista transforma emprego em bico no Brasil
 
Elencamos os maiores estragos que acontecerão na sua vida (veja abaixo), caso essas reformas sejam aprovadas no Congresso Nacional. A terceirização ilimitada já passou e somada à reforma trabalhista, que será votada via PL 6.787/2016, representa uma tragédia para os trabalhadores. E ainda tem a reforma Previdência, com a PEC 287 (Proposta de Emenda Constitucional), que praticamente acaba com o direito de se aposentar. Por tudo isso, a secretária-geral do Sindicato, Ivone Silva, lembra que é preciso também pressionar os parlamentares e convoca os bancários e demais categorias a enviar e-mails a todos eles dizendo que não serão reeleitos se votarem a favor dessas reformas.

Empregos de hoje e o futuro do trabalho decente sob risco
Lobistas patronais elaboraram emendas da reforma trabalhista
> Mais de 40 mil juízes e integrantes do MP contra reforma trabalhista
> Católicos e evangélicos apoiam greve contra reformas

> Deputados suspeitos não têm moral para destruir direitos

Participe da greve geral, divulgue o movimento, converse e convença seus colegas a parar também. Mande e-mails para os parlamentares, entupa a caixa de mensagens deles com todo seu repúdio aos ataques. É o seu futuro que está em jogo. Reaja!

 



Voltar para o topo