Banco do Brasil

BB lucra R$ 4,2 bilhões no 1º trimestre

Resultado representa crescimento de 40,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em 12 meses, banco fechou 1.414 postos de trabalho

  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 09/05/2019 17:16 / Atualizado em 09/05/2019 18:14

O Banco do Brasil teve lucro líquido ajustado de R$ 4,2 bilhões no 1º trimestre de 2019, crescimento de 40,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. De acordo com o banco, o resultado foi impactado pelo aumento da margem financeira bruta, redução das despesas de provisão de crédito, aumento da receita com tarifas e pelo “controle de custos”.

Sindicalize-se e fortaleça a luta em defesa dos direitos dos bancários

Mesmo com o ótimo resultado, o banco encerrou 1.414 postos de trabalho em 12 meses, sendo 322 apenas primeiro trimestre desse ano. O número de agências do BB chegou a 4.716 em março de 2019, o que significa redução de 31 unidades em 12 meses.

“A redução do quadro prejudica bancários, cada vez mais sobrecarregados, e também a população, que tem o atendimento precarizado.Cobramos do BB que respeite e valorize seus funcionários, assim como sua importante função social para a população e o desenvolvimento do país”, critica o diretor do Sindicato e integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, João Fukunaga.

As receitas com tarifas bancárias e prestação de serviços chegaram a R$ 6,8 bilhões, aumento de 4%. Apenas com essa receita, o BB cobre 130% do total de suas despesas de pessoal, incluindo a PLR.

Outros dados

A carteira de crédito ampliada do BB praticamente não se movimentou, apresentando leve alta de 0,8% na comparação com março de 2018. As carteiras pessoa física e agronegócio cresceram 7,8% e 1,5% respectivamente. A carteira de crédito PJ caiu 3,7% em 12 meses, sendo que a principal redução ocorreu no segmento de Grandes Empresas (-13,0%).

O índice de inadimplência ficou em 2,59%, redução de 1,04 ponto percentual em relação ao 1º trimestre de 2018. Com este movimento as despesas com provisão para devedores duvidosos apresentaram queda de 10%, em relação ao mesmo período de 2018.



Voltar para o topo