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Chapéu
Democracia

Lula é eleito para o seu quarto mandato como presidente do Brasil

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Lula comemora a sua reeleição na Avenida Paulista (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)

Lula comemora a sua reeleição na Avenida Paulista (Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil)

Em eleição ocorrida neste domingo, 25 de outubro, o povo brasileiro reelegeu Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como presidente do Brasil. Lula chegou a sua quarta vitória em eleições presidenciais (2002, 2006, 2022 e 2026).

Lula conquistou 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% do seu adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL). O presidente, agora reeleito, teve 4,4 milhões de votos de vantagem no segundo turno.

“O povo brasileiro deu mais uma demonstração de que o nosso país é uma das maiores democracias do mundo. De forma soberana, optou por um projeto que respeita e reconhece a importância da organização dos trabalhadores, da negociação coletiva, da legislação trabalhista e da Justiça do Trabalho; do combate à desigualdade; da educação e saúde públicas; dos bancos públicos; da liberdade religiosa; da luta contra o racismo, misoginia, homofobia e toda forma de discriminação; e, sobretudo, um projeto que tem como pilares fundamentais a democracia e a soberania nacional”, diz a presidenta do Sindicato e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro.

“A luta em defesa dos direitos dos bancários e financiários, por novas conquistas, melhores condições de trabalho e valorização segue firme e ocorre todos os dias. A eleição de 2026 mostrou o quanto é importante a participação política para além do voto, a luta coletiva. Convido cada bancário e bancária, cada financiário e financiária, a conhecer o Sindicato, a participar das nossas mobilizações, dos nossos eventos culturais e esportivos, e a fazer a sua sindicalização. Quando os trabalhadores se unem, coisas incríveis acontecem. Viva a democracia brasileira! Viva os trabalhadores e trabalhadoras do Brasil!”, conclui.

Big techs

Nas eleições de 2026, o tema sobre o poder de interferência e censura das big techs, sobretudo a Meta, no debate eleitoral e na opinião pública ficou em evidência.

Um exemplo desta ingerência foi o banimento do WhatsApp do Sindicato, sem qualquer justificativa, pela Meta, decisão que foi revertida pela vitória da entidade na Justiça em liminar concedida em 23 de outubro.

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