Bloco dos Bancários desfila desde 2009, e passou a integrar o calendário oficial de blocos da Prefeitura de São Paulo em 2014 (foto: Seeb-SP)
Com muita alegria e animação, mais uma vez o Bloco dos Bancários desfilou pelas ruas do centro velho, no sábado de Carnaval (14). A concentração iniciou às 10h, em frente à sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, no edifício Martinelli (Rua São Bento, 413) e, por volta das 11h, os foliões percorreram o trajeto do bloco: ruas São Bento, Praça do Patriarca, Rua Direita, Largo da Misericórdia, Rua do Tesouro, Rua Boa Vista, Rua João Brícola e Rua São Bento novamente, até encerrar em frente ao Martinelli.
Foram quatro horas de muita folia, embalada pela bateria do bloco Acadêmicos da Ursal, parceria que ocorre desde o ano passado. Neste Carnaval, o tema do Bloco foi “O futuro é soberano, justo e solidário”, escolhido pela categoria em enquete no site do Sindicato.
“O Bloco dos Bancários saiu às ruas levando alegria e animação a todos que estavam presentes. Entre uma marchinha e outra, o bloco também fez questão de lembrar a importância da união e da luta da categoria, mostrando que a arte e a cultura também são formas de reforçar nossas bandeiras. Foi um dia de festa, encontro e resistência, celebrando a vida e o carnaval nas ruas do centro histórico. Viva a categoria bancária, viva a cultura popular”, destacou a dirigente Karen Souza, secretária de Cultura, Esporte e Lazer do Sindicato, que organiza o evento.
A presidenta do Sindicato, Neiva Ribeiro, ressaltou a história do Bloco, que reúne a alegria do Carnaval com temas importantes para a sociedade. “O Bloco dos Bancários desfila pelas ruas do centro desde 2009, sempre unindo festa com mensagens de luta e esperança. Assim, celebramos o Carnaval, que é alegria, é manifestação popular, é defesa da cultura e do bem viver. Estamos aqui hoje trazendo o debate da soberania, a defesa da democracia, lembrando que não é não, falando do pacto contra o feminicídio e destacando todas as pautas sociais que defendemos enquanto um Sindicato de luta”, disse Neiva.