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Chapéu
Campanha dos Bancários 2026

Após cobrança da Contraf-CUT, Caixa chama mesa de negociação para esta quarta (16)

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Greve dos empregados da Caixa segue forte (Foto: Seeb-SP)

Greve dos empregados da Caixa segue forte (Foto: Seeb-SP)

Após cobrança feita pela Contraf-CUT, em ofício, a Caixa marcou uma nova mesa de negociação sobre a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos empregados do banco público para esta quarta-feira (16).

“A nova mesa de negociação chamada pela Caixa para esta quarta (16) é fruto da forte mobilização dos empregados do banco público na greve e da atuação da Contraf-CUT e dos sindicatos. O que vai resolver a campanha é o diálogo. A Caixa precisa ouvir os trabalhadores e apresentar uma saída negociada para o impasse”, diz a presidenta do Sindicato e coordenadora do Comando Nacional dos Bancários, Neiva Ribeiro.

“A greve segue com toda força na quarta-feira, 16 de agosto, mesmo dia da negociação. As regionais do Sindicato estarão abertas a partir das 7h para receber os empregados, prestar orientação, disponibilizar materiais, apoio jurídico e fortalecer a organização”, acrescenta.

O Comando Nacional dos Bancários se reunirá nesta terça-feira (15), às 17h, para avaliar o movimento nacional. Também nesta terça (15), ocorre uma nova reunião do Comando de Greve. Após a reunião do Comando de Greve, o Sindicato publicará o balanço do movimento neste sexto dia de greve dos empregados da Caixa.

“Desde o início das negociações com a Caixa, no âmbito da Campanha dos Bancários, o Comando Nacional dos Bancários – assim como o Sindicato, Contraf-CUT e demais entidades representativas – está buscando uma solução negociada com a direção do banco público, além de atuar com absoluta transparência e responsabilidade com os empregados. O Sindicato fez diversas matérias esclarecendo os riscos do dissídio, a necessidade de garantirmos que sejam preservados todos os direitos conquistados na CCT e no ACT da Caixa. Estamos com toda nossa estrutura e dirigentes na organização e apoio da greve. Assim seguiremos, cada vez mais fortes, até alcançarmos uma solução
negociada”, conclui Neiva Ribeiro.

Fique atento ao site e redes sociais do Sindicato para atualizações e encaminhamentos.

Confira a linha do tempo do movimento grevista na Caixa:

  • 10/9: Primeiro dia de greve. Em São Paulo, Osasco e Região, base do Sindicato, das 283 agências da Caixa, 245 permaneceram fechadas, além dos quatro centros administrativos do banco público na capital paulista (Sé, Brás, São Joaquim e Paulista).
  • 10/9: No mesmo dia em que foi iniciada a greve, a Caixa apresentou mais uma proposta, afirmando ser sua proposta final e que, caso rejeitada pelos empregados, ingressaria com dissídio.
  • 11/9: Em assembleia, proposta é rejeitada pelos empregados da Caixa;
  • 11/9: Caixa envia comunicado informando que, devido ao fim da vigência do ACT em 31 de agosto e a rejeição da proposta, adotaria medidas administrativas para suspender direitos e o Saúde Caixa;
  • 12/9 e 13/9: Sindicato, Contraf-CUT e demais entidades representativas pressionam pela retomada da mesa de negociação. Contraf-CUT envia ofício cobrando a retomada das negociações, a manutenção da ultratividade, dos direitos previstos no ACT e do Saúde Caixa enquanto a negociação estiver em andamento.
  • 13/9: Após a cobrança do Sindicato, Contraf-CUT e demais entidades representativas, a Caixa recuou da suspensão dos direitos previstos na CCT e ACT, além de aceitar reabrir as negociações;
  • 14/9: Greve segue cada vez mais forte em São Paulo, Osasco e Região. Na base do Sindicato, 268 dos 283 locais de trabalho ficaram fechados, aproximadamente 95%. Mais de 700 empregados da Caixa participaram do ato na Avenida Paulista.
  • 15/9: Após cobrança do Sindicato, Contraf-CUT e demais entidades representativas, Caixa chama no
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