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Chapéu
Organização

Delegados sindicais do Banco do Brasil devem permanecer mobilizados para ações sindicais

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Ana Beatriz Garbelini, Neiva Ribeiro e Antonio Netto durante encontro com delegados sindicais

O movimento sindical e os bancários aguardam respostas positivas da direção do Banco do Brasil com relação aos diversos temas em negociação. Além disso, estão sendo verificados casos recorrentes de assédio moral em agências e departamentos. Diante deste cenário, todos os delegados sindicais devem permanecer mobilizados para ações sindicais, no âmbito local ou unificado (em todo o país).

Este foi o principal encaminhamento do encontro com delegados sindicais realizado nesta segunda-feira 14, na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

Os delegados sindicais são os representantes dos bancários em seus locais de trabalho. Eles fazem a ponte entre os trabalhadores e o Sindicato, levando sugestões e denúncias desses empregados, para que o Sindicato possa reivindicar melhorias junto ao banco.

Nas eleições para delegado sindical em 2023, o sindicato dos bancários determinou, em seu edital, a paridade de gênero para os candidatos, sendo necessário o mesmo número de homens e mulheres participando.

“É uma medida que causa polêmica. Porém, acreditamos ser a única forma de atingirmos a representatividade necessária, uma vez que as mulheres representam pouco mais de 50% dos funcionários no BB”, enfatiza Ana Beatriz Garbelini, secretária de Organização e Suporte Administrativo do Sindicato, e funcionária do Banco do Brasil.

Na abertura mesa de abertura do encontro, Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, saudou os delegados e enfatizou a importância do fortalecimento do Sindicato e da representação sindical.

Na sequência, foi realizada análise de conjuntura nacional e internacional com o diretor acadêmico da Faculdade 28A, Moisés Marques, que abordou temas como a taxa de juros, o atual cenário político nacional, os desafios internos e externos do governo Lula, e a crise israelo-palestina.

Moisés é professor Universitário, há mais de vinte anos, nas áreas de: Política Internacional; Métodos Quantitativos em Ciências Humanas; Análise de Cenários e de Mercado; Análise de Risco Político e Políticas Públicas.

Em seguida houve debate sobre Cassi, Previ e Economus, com a participação da gerente de divisão da Cassi, Sílvia Muto; Ana Beatriz Garbelini; Ernesto Izumi, conselheiro deliberativo da Previ; Getúlio Maciel, diretor executivo da Fetec-CUT/SP pelo Banco do Brasil; e Antônio Saboia, diretor da Fetec-CUT/SP.

O encontro foi finalizado com um balanço das negociações com o BB, feito por Getúlio Maciel e Fernanda Lopes, secretária da mulher da Contraf-CUT.

“É muito importante que todos os delegados sindicais se mantenham mobilizados e em alerta para ações sindicais locais ou nacionais diante dos casos de assédio moral e do andamento das negociações com a direção do Banco do Brasil a respeito de diversos temas de interesse do funcionalismo”, reforça Antônio Netto, diretor do Sindicato e bancário do BB.

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