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Chapéu
Exigimos respeito!

Sindicato retarda abertura de mais uma agência da Caixa, desta vez na Mooca

Linha fina
Além do protesto contra metas abusivas impostas aos empregados e da conversa com a população local sobre o papel social fundamental da Caixa para o país, dirigentes sindicais dialogaram com os trabalhadores da unidade e da SEV Mooca sobre a importância da denúncia de casos de assédio
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Foto: Seeb-SP

Esta quinta-feira 25 foi mais um dia de protesto contra as metas abusivas impostas aos empregados da Caixa pela direção do banco público em plena pandemia. Dirigentes do Sindicato e da Apcef/SP estiveram em frente à SEV Mooca e retardaram tanto a abertura da superintendência quanto a da agência para conversar com os trabalhadores, que têm adoecido cada vez mais com cobranças desumanas, pressão dos gestores e sobrecarga de trabalho.

>Contra metas abusivas, Sindicato retarda abertura de agência

“É inadmissível a imposição de metas desumanas, em plena pandemia, que tanto têm adoecido os empregados, que já estão extremamente sobrecarregados com o déficit de trabalhadores e a demanda da população. Sindicato e Apcef/SP têm recebido inúmeras denúncias de assédio moral, incluindo pressões absurdas para a abertura de agências mesmo sem a devida higienização contra a covid-19”, enfatiza a dirigente sindical Luiza Hansen, empregada da Caixa.

“Em conversa com os trabalhadores, reiteramos que os empregados denunciem às entidades representativas qualquer tipo de abuso para o cumprimento de metas, bem como outras anormalidades que os prejudicam nos locais de trabalho”, acrescenta.

Durante a atividade, os dirigentes sindicais também dialogaram com a população local sobre a importância da Caixa 100% Pública e da função social do banco, alertando para a necessidade da sociedade se mobilizar contra o fatiamento do banco público que o governo federal tenta promover a todo custo. E ainda defenderam #VacinaParaTodos urgente, dados os números alarmantes e crescentes de contaminados e mortos pela covid-19 no país.

“Dialogamos sobre o desmonte da Caixa, promovido pelo governo federal, que tenta vender o banco aos pedaços, o que levaria à precarização do atendimento à população e ao enfraquecimento do papel social exercido pelo banco público, que opera importantes programas como o Bolsa Família; o Minha Casa Minha Vida, que está sendo desmantelado pela atual gestão; e, agora na pandemia, o pagamento do auxílio-emergencial e do saque emergencial do FGTS. Também exigimos vacina gratuita para todos urgentemente para que milhares de vidas possam ser salvas”, ressalta Vivian Sá, também dirigente sindical e empregada da Caixa.

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