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Reestruturação

'Defender os bancos públicos é defender a democracia', diz vice da Fenae

Sérgio Takemoto explicou que a reestruturação da Caixa está transformando o Banco Público e voltando sua atuação para a área comercial

  • Reconta Aí, com edição da Redação Spbancarios
  • Publicado em 13/03/2020 12:28 / Atualizado em 13/03/2020 12:36

Foto: Reprodução

O governo Bolsonaro está fatiando a Caixa Econômica Federal e vendendo as partes mais lucrativas do banco público. O assunto foi tratado pelo vice-presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sérgio Takemoto, em entrevista ao programa Bom Para Todos da Rede TVT, nesta quinta-feira (12). 

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De acordo com Takemoto, o governo não pode privatizar a Caixa, então está vendendo partes da instituição. “Vendeu a Lotex e tem a intenção de privatizar Seguridade, Cartões e a parte de gestão de ativos. Ou seja, as partes mais lucrativas de um banco”, alertou.

Sobre a reestruturação da Caixa, Takemoto contou que está havendo uma redução do quadro de funcionários e um sucateamento no atendimento. “Até 2014 nós tínhamos 101 mil empregados. Hoje, através dos planos de demissões, já reduziu em cerca de 20 mil. Isso está gerando sobrecarga de trabalho, adoecimento dos funcionários e queda na qualidade do atendimento”, disse.

O vice-presidente da Fenae explicou ainda que a reestruturação está transformando o banco e voltando ele para uma atuação mais comercial. Segundo ele, essa política, além de prejudicar o trabalhador, atinge diretamente os brasileiros.

 

 

“As empresas privadas só querem o lucro. Elas não vão querer atuar em áreas que não dão rentabilidade para eles. Se não tivesse Caixa e Banco do Brasil, como estariam as tarifas bancárias?”, questiona Takemoto.



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