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Sindicato assegura PLR e demais direitos a trabalhadores afetados por terceirização no Itaú

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Sindicato assegura PLR e demais direitos a trabalhadores afetados por terceirização no Itaú

A mobilização do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região assegurou uma importante conquista para os trabalhadores afetados pela terceirização da Central de Previdência. Após a atuação da entidade, foi garantida a manutenção dos direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), entre eles o pagamento proporcional da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) aos empregados envolvidos no processo.

Quando comunicou a terceirização da área, o banco estabeleceu um prazo inicial de 60 dias para que os funcionários buscassem recolocação em outras áreas da empresa. Ao todo, 70 bancários e bancárias foram impactados pela decisão.

O Sindicato também está reivindicando a realocação de todos os empregados, a ampliação do prazo para que possam se qualificar e participar dos processos internos de seleção, além de maior atuação da consultoria de pessoas no acompanhamento dos trabalhadores durante esse período.

A entidade também reforçou a necessidade de tratamento adequado aos empregados com deficiência (PCDs), defendendo que esses trabalhadores sejam realocados em conformidade com a legislação de cotas e não concorram às vagas em igualdade de condições com os demais empregados, considerando as especificidades previstas em lei.

Para o dirigente sindical Sergio Lopes, o Serginho, o acompanhamento do processo continuará sendo prioridade para o Sindicato. "O Sindicato continua acompanhando a situação dos trabalhadores. É fundamental que o banco realize os procedimentos corretos com todos os trabalhadores envolvidos", afirma Serginho.

O dirigente também recorda que o processo de terceirização, que representa um retrocesso nas relações de trabalho, é incompatível com a lucratividade do banco. Serginho ressalta que o Sindicato é totalmente contrário às terceirizações e seguirá lutando para que essa prática não avance no banco.

"O Itaú lucrou R$ 46 bilhões em 2025. Enquanto isso, seus funcionários sofrem com demissões e reestruturações. Não vamos aceitar que os bancários, verdadeiros responsáveis pelo lucro do banco, sejam penalizados dessa forma", afirma o dirigente.

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