A atuação firme do Sindicato garantiu a manutenção dos empregos de 70% dos trabalhadores impactados pela terceirização da Central de Previdência do Itaú.
A entidade já havia assegurado aos envolvidos no processo a preservação dos direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), entre eles o pagamento proporcional da Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
“Essas conquistas só foram possíveis porque os bancários estão próximos ao Sindicato, seja denunciando as irregularidades e problemas nos locais de trabalho, ou contribuindo com o sustento da entidade por meio da sindicalização”, enfatiza Antônio Soares, o Tonhão, dirigente sindical e funcionário do Itaú.
“Por isso é muito os importante os bancários serem sindicalizados e estarem juntos ao Sindicato, principalmente quando o banco faz terceirizações. Assim teremos mais condições de cobrar por realocações e dar todo o suporte necessário aos trabalhadores envolvidos nesses processos. Não fique só, fique sócio” acrescenta.
Sindicato luta contra a terceirização nos bancos
O dirigente Sérgio Lopes, o Serginho, critica o avanço do processo de terceirização e suas consequências prejudiciais aos trabalhadores, principalmente diante dos lucros bilionários apresentados anualmente pelo Itaú.
“As terceirizações – que precarizam as relações de trabalho, retiram direitos e rebaixam salários –, e o fechamento de agências e de postos de trabalho, que sobrecarregam e adoecem os funcionários remanescentes, são totalmente injustificáveis diante do lucro de R$ 46 bilhões apresentando pelo Itaú somente em 2025”, afirma o dirigente.
“O Sindicato é totalmente contra a terceirização e seguirá lutando para garantir que todos os empregados de bancos possam contar com os direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho bancária, uma das mais completas do país. Quem trabalha em banco é bancário e deve ter os mesmos direitos da categoria”, finaliza Serginho.