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“Acreditamos na mobilização da categoria e apostamos no processo de negociação. Os banqueiros têm condições de atender às nossas reivindicações, já que é o setor campeão em lucratividade do país neste primeiro semestre”, disse Luiz Cláudio Marcolino, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
O bloco que agrupa as cláusulas de reivindicações sobre segurança bancária; igualdade de oportunidades; saúde e condições e trabalho; e combate ao assédio moral, ou seja, as chamadas mesas temáticas, abrem na próxima quinta-feira, dia 30 de agosto, a série de negociações juntamente com o grupo de cláusulas que pode entrar pela primeira vez no Contrato Coletivo de Trabalho: 13ª cesta-alimentação e auxílio-educação.
No dia 5 de setembro tem início as negociações do segundo bloco, o de remuneração total, que incluiu as seguintes reivindicações: reajuste salarial de 10,3%, que prevê aumento real de salários de 5,5%; Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de dois salários mais valor adicional de R$ 3.500. A categoria também quer a contratação da remuneração variável, com o objetivo de regrar o pagamento e acabar com a cobrança abusiva de metas. Assim, os bancários reivindicam remuneração complementar de 10% do total das vendas de produtos feitas em cada unidade, distribuído de forma linear para todos os empregados da unidade. E 5% da arrecadação com prestação de serviços distribuídos trimestralmente de forma linear a todos os bancários de cada instituição.
No terceiro bloco, marcado para o dia 13 de setembro, serão discutidas reivindicações sociais e sobre defesa do emprego. No quarto e último bloco, serão apreciadas, a partir do dia 20 de setembro, as cláusulas renováveis da última Convenção Coletiva de Trabalho para a deste ano.
Também ficou definida a manutenção da data-base para 1º de setembro e a prorrogação da validade das atuais cláusulas do contrato coletivo de trabalho até o dia 30 de setembro.
