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Sardinhada denuncia assédio moral no Santander

Tradicional protesto do Sindicato, realizado desta vez na Superintendência Regional Tatuapé, cobrou providências do banco quanto a uma gerente geral "famosa" pelo péssimo tratamento com os subordinados

  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 12/12/2017 17:45 / Atualizado em 12/12/2017 18:08

Assar sardinhas em frente de agências, distribuindo-as para a população, é um tradicional protesto do Sindicato para denunciar o assédio moral

Foto: Seeb-SP

São Paulo – O combate ao assédio moral, um dos fatores que levam ao adoecimento dos trabalhadores bancários, é uma das principais bandeiras de luta do Sindicato. Por isso, dirigentes sindicais realizaram na segunda-feira 11 uma sardinhada, tradicional protesto da entidade, em frente à Superintendência Regional Tatuapé, a qual é subordinada uma gerente "famosa" pelo histórico como assediadora.

“Essa gerente geral tem um histórico repleto de denúncias por prática de assédio moral. Recentemente, fizemos protesto em frente a uma agência onde atuava. Prontamente o supertintendente da SR Tatuapé entrou em contato conosco comunicando que iria transferir a gestora para outra unidade. Antes disso, ela já tinha sido transferida pelo mesmo motivo”, relata a dirigente do Sindicato e bancária do Santander, Ana Marta.

“Infelizmente, diante do histórico da gerente, percebemos que as transferências não serviram como alerta e nem modificaram o seu comportamento. Apenas mudou-se o problema de local”, acrescenta.

A dirigente ainda destaca o fato de que uma das vítimas do assédio praticado pela gerente foi demitida pelo banco. “Uma funcionária com 18 anos de banco foi demitida sob alegação de baixa performance. Porém, nós entendemos que foi uma retaliação. Ou seja, a direção do Santander, ao invés de punir quem pratica o assédio, pune a vítima”, avalia Ana Marta.

> Sindicalize-se e fortaleça a luta em defesa dos direitos dos bancários

O Sindicato cobra das áreas competentes do Santander que oriente todos os seus gestores para que não pratiquem assédio moral contra os seus subordinados e que, diante de um caso de assédio, tome providências em relação ao assediador, e não à vítima.

 

 

“É preciso que o banco combata de fato o problema do assédio, e não transfira o problema de uma agência para outra", conclui a dirigente.

Denuncie - As principais armas contra o assédio moral são a união e a denúncia. Se você é vítima, procure ajuda do Sindicato e dos colegas e denuncie. Se é testemunha, seja solidário. Você poderá ser a próxima vítima. São os laços afetivos e a troca de informações que permitem a resistência, porque o medo só reforça o poder do agressor. A denúncia deve ser feita via site do Sindicato, no canal Assuma o Controle. O sigilo é garantido.
 



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