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Encontro

Conferência da UNI Américas defende articulação regional

Quinta edição do encontro tem como desafio articular forças políticas e movimentos sociais do continente em tempos de ataques conservadores e neoliberais

  • William De Lucca, Spbancários
  • Publicado em 01/12/2020 18:35 / Atualizado em 03/12/2020 15:06

Arte: Linton Publio/Seeb-SP

Acontecendo pela primeira vez de forma digital, a quinta edição da Conferência da UNI Américas começa nesta quinta-feira (3) reunindo dirigentes sindicais de todas as partes do continente americano para discutir os principais desafios dos trabalhadores do setor de serviços em meio a pandemia, o combate a intolerância e a defesa da democracia.

Antes do evento principal, acontecem a 5ª Conferência da UNI Américas Juventude, nesta terça e, na quarta, a 6ª Conferência da UNI Américas Mulheres. Na próxima semana, acontece a Conferência da Uni América Finanças.

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região participa com uma delegação que inclui a presidenta Ivone Silva e a secretária-geral da entidade, Neiva Ribeiro, que farão parte da conferência principal. Na Conferência da UNI Jovens, participam Lucimara Malaquias, eleita presidenta da UNI América Jovens, Edegar Faria e Karen de Souza, enquanto na Conferência de Mulheres participam Fernanda Lopes e Tamara Siqueira. A entidade levará propostas para todas as conferências.

“A organização dos trabalhadores no âmbito internacional é estratégica para a classe trabalhadora avançar em seus objetivos de defesa aos direitos, de resistir aos avanços do fascismo e retrocessos civilizatórios que ameaçam várias regiões do mundo. É o que faremos, sindicalistas de toda América do Norte, Sul, Central e Caribe, durante estes próximos dias”, antecipa a secretária-geral do Sindicato, Neiva Ribeiro, que também é vice-presidenta da UNI América Mulheres.

Para o secretário Regional da UNI Américas, Márcio Monzane, o momento é de discutir como avançar em políticas públicas de defesa dos trabalhadores e das entidades sindicais em um momento de ataque.

 

 

“A perspectiva para este próximo período é discutir sobre como reforçamos a importância da negociação coletiva de trabalho, como podemos fazer frente às grandes corporações que operam na nossa região, construindo uma agenda unificada, com integração regional e articulada com movimentos sociais e partidos políticos”, disse Monzane.



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