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Covid-19: 35% dos bancários relatam que suas agências foram fechadas nos últimos 15 dias

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Ilustração que remete a uma agência fechada por conta da Covid-19

Em consulta realizada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, encerrada nesta sexta-feira 11, 35% dos participantes relataram que as agências em que trabalham foram fechadas nos últimos 15 dias por conta de casos confirmados de Covid-19

Outro dado relevante da consulta é o número de afastados, devido à Covid-19, nas agências: 33,21% disseram que foram afastadas entre 5 e 9 pessoas; 22% afirmaram que mais de dez pessoas foram afastadas; 11,95% responderam que quatro colegas foram afastados; os que disseram que três colegas se afastaram somaram 11,74%; dois afastados foi a resposta de 10,95%; e apenas 8,75% dos consultados disseram que somente uma pessoa foi afastada. 

Ou seja, muitas agências tiveram de ser fechadas em razão da Covid-19 nos últimos 15 dias e, analisando o elevado número de afastados nos locais de trabalho por conta da doença, é possível concluir que a transmissão no local de trabalho é uma realidade. 

Bancários apontam suas prioridades 

Na consulta, os bancários apontaram quais seriam as três reivindicações mais importantes que o Sindicato fez à Fenaban. 

A reivindicação apontada como sendo a de maior prioridade para os bancários foi a retomada do trabalho em home office, escolhida por 55,49% dos consultados; seguida pelo afastamento em caso de suspeita de Covid-19 até o resultado do teste, com 51,43%; e a testagem dos bancários, com 46,19%. 

Metas 

Houve aumento nas metas para 71,36% dos bancários. Sendo que 20,62% apontaram um aumento entre 20% e 50% nas metas; 17,87% relataram aumento entre 50% e 100%; e outros 13,44% afirmaram que aumento ultrapassou o 100%. 

“Esta nova consulta revela que a contaminação nos locais de trabalho segue alta. O número de afastados é enorme, equipes estão sobrecarregadas, e ainda assim, nestas condições extremamente desfavoráveis, os bancos aumentam metas. Isso leva a situações perigosas, como é o caso de bancários sendo orientados pelos superiores a mentirem ou omitirem o diagnóstico de Covid-19, de forma que não desfalquem as equipes e não gerem pavor nos colegas. Um absurdo que coloca todos em risco: bancários, clientes e a sociedade como um todo”

Neiva Ribeiro, secretária-geral do Sindicato

“Vamos continuar cobrando dos bancos que os protocolos sejam rigorosamente respeitados; que exista bom senso na questão das metas, com flexibilização para equipes desfalcadas e agências que tiveram que ser fechadas; e também mais medidas para a proteção dos bancários como, por exemplo, as prioridades apontadas na pesquisa: retomada do home office, afastamento em casos de suspeita de Covid-19 até que saia o resultado do teste, e a testagem dos trabalhadores. Juntos vamos vencer a pandemia”, conclui Neiva.

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