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Sindicato solicita o pagamento do PRB e Bradesco nega

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Reunião na qual o Sindicato solicitou o pagamento do PRB (Imagem: Contraf-CUT)

Reunião na qual o Sindicato solicitou o pagamento do PRB (Imagem: Contraf-CUT)

Em reunião online realizada na tarde desta quinta-feira 12, o Sindicato, por meio da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Bradesco, solicitou ao banco o pagamento da parcela fixa do Programa de Remuneração Bradesco (PRB).

A cobrança ocorreu porque a ROE anualizada do banco fechou em 14,8%, ligeiramente abaixo do primeiro gatilho de 15,5% exigido para o pagamento automático da parcela fixa do programa. A diferença foi inferior a 1 ponto percentual, o que, na avaliação dos trabalhadores, não justificaria a exclusão do pagamento.

Apesar do pedido e dos argumentos apresentados pelo Sindicato, o Bradesco manteve a negativa e informou que não tem alterativa para o tema, alegando insegurança fiscal e jurídica para não realizar o pagamento.

O Sindicato apresentou alternativas para viabilizar o pagamento do PRB sem ferir questões fiscais, como realizar o pagamento do PRB ainda em 2025 ou incorporar o valor ao vale-alimentação, mas todas foram rejeitadas pelo banco.

O PRB seria no valor de mil reais e pago aos trabalhadores que não são da força de vendas e para os elegíveis ao Supera que não bateram suas metas.

“Mesmo a diferença para o gatilho sendo mínima e diante dos argumentos que apresentamos, o banco negou o pedido, desconsiderando o fato de os bancários serem os responsáveis pelo excelente resultado de 2025”, diz o representante de São Paulo na negociação e dirigente do Sindicato, Marcio Vieira.

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