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Chapéu
Pressão para entrega

Privatização expõe abusos e desprezo pela vida na Caixa

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Empregados da Caixa Econômica Federal lotados em agências estão relatando ao Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região o aumento abusivo da cobrança de metas para que os clientes invistam nos fundos mútuos de privatização (FMP) da Eletrobras, que permitem usar até 50% dos recursos do FGTS para compra de ações da companhia, que está prestes a ter o capital aberto.

No Conquiste das unidades – painel que mensura as metas das agências –, o controle ultra rígido sobre a jornada e o dia a dia do trabalho atrapalham e pressionam ainda mais os empregados – muitas vezes a agência pontua negativamente por conta de alguns minutos além do determinado para o atendimento, ou por conta de atrasos.

Simultaneamente a isto, os casos de Covid-19 estão aumentando substancialmente em muitas unidades. Para piorar, os protocolos de saúde e proteção contra o coronavírus estão sendo flexibilizados e desrespeitados, com muitas unidades operando normalmente, mesmo quando há casos de empregados que testaram positivo para a doença.

“Ou seja, para satisfazer a ganância do governo Bolsonaro em entregar mais um patrimônio público, a direção da Caixa estala o chicote nas costas dos empregados do banco, o que está gerando muito sofrimento e adoecimento entre os bancários, a exemplo do que ocorreu com venda da Caixa Seguridade, no ápice da pandemia, em 2021, em uma operação com diversas irregularidades denunciadas à Comissão de Valores Mobiliários.”

Franscisco (Chico) Pugliesi, diretor do Sindicato e empregado da Caixa

“Além disso, a gestão Pedro Guimarães ignora que as contaminações por causa da pandemia de coronavírus estão aumento dramaticamente nas últimas semanas. Um completo desprezo pela saúde e pela vida dos empregados do banco”, acrescenta o diretor.

O Sindicato tem atuado para coibir estes abusos toda vez que é acionado. “Para isso, é importante que os bancários entrem em contato com a entidade [veja contatos abaixo] e denunciem. O sigilo é absoluto”, orienta Chico.

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