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Negociação

Diante do avanço da Covid-19, Sindicato cobra Fenaban sobre manutenção e reforço do teletrabalho

Na capital paulista, número de pessoas internadas em UTIs subiu 71,5% nas últimas quatro semanas; Comando Nacional dos Bancários irá se reunir com a Fenaban na sexta 20, às 15h

  • Publicado em 17/11/2020 18:55 / Atualizado em 19/11/2020 18:15

Foto: Geralt/Pixabay

Diante do recente avanço das contaminações, internações e mortes por Covid-19 no Brasil, o movimento sindical bancário cobrou a realização de mesa de negociação com a Fenaban (federação dos bancos) sobre o tema. A negociação foi confirmada para esta sexta 20, às 15h, quando os representantes dos trabalhadores cobrarão dos bancos a manutenção e reforço do teletrabalho no setor.

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Covid-19 avança

Enquanto a Europa é devastada por uma segunda onda de coronavírus, os números de contaminações e internações no Brasil, que nem mesmo saiu da primeira onda, voltaram a apresentar uma preocupante tendência de alta. O estado de São Paulo registrou média móvel de mais de mil internações decorrentes da Covid-19 no domingo 15. Na última quarta-feira 11, foram 1.145, o maior registro desde 10 de outubro. De 17 regiões do estado, 13 registraram aumento nas internações. 

Dados da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo mostram que o número de pessoas internadas com a doença na capital paulista cresceu 11,8% nas últimas quatro semanas – até a última sexta-feira 13. Além disso, o número de pessoas em UTIs subiu 71,5%. 

“As infecções por Covid têm aumentado na cidade de São Paulo entre as classes A e B nas últimas 3 semanas, e vários hospitais de que tenho informação ou vivência direta (Sírio, Oswaldo, 9 de Julho, Samaritano, Santa Paula, São Luiz…) tiveram aumento significativo de atendimentos, e pelo menos dois desses estão lotados”, relatou a infectologista Chrsitina Fallafrio Novaes, do Hospital das Clínicas, em áudio divulgado pela coluna da jornalista Mônica Bergamo, na Folha de S.Paulo

Teletrabalho 

O Sindicato avalia que o momento é de manter e reforçar medidas de isolamento social. Principalmente, o teletrabalho. 

“Entendemos que não é o momento de baixar a guarda. A atuação do movimento sindical bancário junto aos bancos, logo no início da pandemia, garantiu que grande parte da categoria fosse encaminhada para o teletrabalho. Nossa cobrança, neste momento, em que os números de contaminações e internações voltam a crescer, será no memo sentido: manter e reforçar o teletrabalho na categoria durante a pandemia, principalmente no que diz respeito aos trabalhadores do grupo de risco”, diz a presidenta do Sindicato, Ivone Silva. 

“Avaliamos também que os bancos, na atual fase, já passaram por toda uma fase de adaptação de seus processos para o teletrabalho. Portanto, com os casos novamente em alta no Brasil, com o exemplo da Europa, não faria sentido desmontar todo um sistema de teletrabalho para possivelmente ter de voltar atrás, deslocando novamente os trabalhadores, no caso de uma segunda onda. Devemos, sempre, priorizar a vida”, conclui Ivone. 

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