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Chapéu
Negociação já!

Banco Votorantim: Sindicato protesta contra 200 demissões e manobra na PLR; plenária nesta quinta

Imagem Destaque
Imagem mostra protesto em frente ao BV em respostas às demissões. A imagem destaca em primeiro plano uma placa onde se lê "negociação coletiva Já"

O Sindicato dos Bancários de São Paulo protestou na matriz do Banco Votorantim em resposta às 200 demissões promovidas desde 12 de janeiro, para pressionar pelo fim das demissões e cobrar a garantia dos direitos dos bancários.

A mobilização realizada nesta quarta-feira 21 denunciou, ainda, uma prática abusiva: o banco está condicionando o pagamento da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) à assinatura de um termo de quitação total de direitos.

Não assine o acordo sem consultar o Sindicato

A orientação do Sindicato é clara: os trabalhadores não devem assinar o acordo extrajudicial proposto pelo banco. Para esclarecer dúvidas, a entidade convoca a todos para uma plenária virtual nesta quinta-feira 22, às 19h, pelo link: plenaria.spbancarios.com.br.

O Sindicato quer te ouvir: Qualquer situação atípica ou dúvida deve ser encaminhada imediatamente por meio deste link.

Queremos negociação coletiva!

Durante o protesto, a entidade cobrou a abertura imediata de negociação coletiva que vise a preservação dos direitos dos trabalhadores.

Lucro de 18% não justifica cortes

Nos primeiros nove meses de 2025 (ano base conforme informado), o banco apresentou um aumento de 18% em seu resultado, mantendo uma carteira de 10 milhões de clientes.

“A postura do BV é contraditória. Mesmo obtendo lucro, a instituição financeira inicia o ano despedindo pais e mães de família que construíram esse resultado. É inaceitável usar a PLR, que é um direito garantido, como moeda de troca em um acordo de quitação de direitos”, critica Lucimara.

Participe da Plenária: Quinta-feira, 22 de janeiro, às 19h. Sua participação é fundamental para definirmos os próximos passos da luta contra o descaso do Banco Votorantim.

Fortaleça quem te defende. Sindicalize-se e garanta proteção jurídica especializada.

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