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Chapéu
Lei Pelé

Jogadores de futebol rechaçam reforma trabalhista

Linha fina
A Fenapaf, que alcança cerca de 30 mil atletas, lançou no seu site algumas das alterações propostas que ferem os direitos dos jogadores
Imagem Destaque
Arte: Fenapaf

São Paulo - Os jogadores de futebol que atuam no Brasil também são contra a reforma trabalhista. Na primeira rodada do do Campeonato Brasileiro 2017, os jogadores dos 40 clubes das Séries A e B usaram tarjas pretas no braço em protesto contra a reforma trabalhistas da Lei Pelé que tramita no Congresso Nacional.

Segundo matéria publicada pela Contraf-CUT, eles protestaram contra o risco de retirada de direitos de atletas com alterações importantes na legislação. Modificação na estrutura do direito de arena, parcelamento de férias, repouso semanal remunerado em 2 períodos de 12 horas, fim do recesso coletivo do calendário e insegurança contratual estão nas propostas de mudança que tramitam no Congresso Nacional e causam revolta na categoria.

O ato acontece após relatório divulgado pela CBF que aponta que mais de 80% dos jogadores no Brasil recebem até R$ 1 mil de salário, enquanto outros 13% recebem seus vencimentos dentro da faixa salarial de R$ 1 mil a R$ 5 mil.

E não para por aí. Está em curso também uma profunda mudança nas Leis Trabalhistas permitindo que meninos abaixo de 14 anos possam assinar contratos com clubes quando completarem 12 anos de idade.