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Mandado de segurança

Rodízio: Sindicato vai recorrer de decisão do TJ

Tribunal de Justiça de São Paulo negou mandado de segurança impetrado pela entidade para excluir bancários do rodízio. Sindicato também enviou ofícios à Prefeitura e procurou vereadores para que apoiem a categoria

  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 15/05/2020 17:56 / Atualizado em 15/05/2020 18:52

Foto: Arquivo Agência Brasil

O Tribunal de Justiça de São Paulo negou o mandado de segurança impetrado pelo Sindicato dos Bancários pedindo a exclusão da categoria no rodízio implementado pela Prefeita desde segunda-feira 11. A entidade vai recorrer da decisão. Além disso, continuará atuando em outras frentes para garantir o direito dos bancários de usarem seus carros particulares para ir ao trabalho.

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“Além de recorrer da decisão do TJ, já enviamos ofício ao prefeito Bruno Covas pedindo a exclusão dos bancários, e também ao secretário de Transportes, mas não obtivemos resposta. Também estamos buscando o apoio dos vereadores da capital para que nos ajudem nesse sentido, e já tivemos a resposta de alguns, como da Juliana Cardoso [PT], que se prontificou a defender nossa reivindicação”, informa a secretária-geral do Sindicato, Neiva Ribeiro.

Neiva conta que alguns bancários relataram ao Sindicato que entraram no site da Prefeitura para solicitar a isenção do rodízio e tiveram o pedido deferido. “O que explicamos para esses bancários é que, por mais que o site da Prefeitura tenha deferido o pedido, isso não garante que eles não serão multados caso usem seus carros nos dias em que, pelas regras da medida, não poderiam. Isso porque o decreto não mudou, não há nada no texto que estabeleça que os bancários estão isentos. Vamos continuar atuando para que isso aconteça”, reforça a dirigente.

“Se a atividade bancária foi considerada essencial nos decretos de quarentena da prefeitura e do governo, nada mais justo que o bancário possa usar seu carro particular para se dirigir ao trabalho. É muito mais seguro para o trabalhador e atende a questão da saúde pública, uma vez que, ao evitar trens e ônibus, com mais gente, ele estaria contribuindo para a não proliferação do vírus”, argumenta Neiva Ribeiro.

 

 

 

 

 



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