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Ofício à Prefeitura

Sindicato solicita da Prefeitura exclusão de bancários do rodízio

Ofício enviado na quinta 7 destaca que a categoria atua na linha de frente da pandemia, atendendo a população em serviços fundamentais; pesquisa no site do Sindicato aponta que 85% dos bancários serão prejudicados pela medida

  • Andréa Ponte Souza, Spbancarios
  • Publicado em 08/05/2020 18:11 / Atualizado em 12/05/2020 16:09

Rodízio determina que carros com final par so podem circular nos dias da semana par, e veículos com final ímpar, nos dias ímpares. Começa a valer segunda 11

Foto: Agência Brasil

O Sindicato dos Bancários de São Paulo enviou ofício à Prefeitura solicitando a exclusão dos trabalhadores bancários das Medidas Restritivas do Rodizio, que começarão a valer na segunda-feira 11. No ofício, enviado nessa quinta-feira 7, mesmo dia em que o prefeito Bruno Covas anunciou o rodízio, a entidade argumenta que “as agências e departamentos bancários foram incluídos no rol das atividades essenciais, visto a importância da manutenção dos serviços de atendimentos bancários – saques, depósitos, pagamentos, etc. – que são vitais para a população, principalmente aos menos favorecidos, vide a grande demanda que agências da Caixa enfrentam nos dias atuais".

O documento argumenta ainda que muitos bancários necessitam atravessar diversas regiões do município para chegar aos seus locais de trabalho; e que entram nas agências em média uma hora antes de elas abrirem, e saem horas depois de fecharem. Destaca também que, diante das recomendações pelo afastamento social, grande parte desses trabalhadores têm optado pelo transporte individual e que, com tais restrições, eles terão dificuldades para chegar no trabalho.

Pesquisa que está disponivel no site da entidade comprova os argumentos. Até agora, 84,79% dos bancários apontaram que serão prejudicados pelo rodízio. Além disso, 80,92% discordam da medida e 93,17% apoiam o ofício enviado pelo Sindicato ao prefeito Bruno Covas.

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A presidenta do Sindicato, Ivone Silva, destaca que a categoria foi uma das primeiras a conquistar, em mesa de negociação com os bancos, uma série de medidas de proteção aos bancários e clientes, como o home office, afastamento para trabalhadores do grupo de risco,contingenciamento de entrada de pessoas nas agências e rodízio entre trabalhadores de agências, entre outras.

“Hoje, mais da metade da categoria bancária encontra-se em home office. Ou seja, estamos fazendo nossa parte pela saúde de todos e contribuindo para diminuir o contágio pelo coronavírus. Mas uma parcela considerável dos bancários continua atendendo a população e são trabalhadores fundamentais neste momento. Por isso, solicitamos que a Prefeitura reveja os critérios da medida e retire os bancários do rodízio”, diz.

A dirigente destaca ainda que o Sindicato continuará negociando com a Fenaban (federação dos bancos) e também banco a banco, medidas de proteção para os trabalhadores.

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