O Sindicato dos Bancários de São Paulo conseguiu a reintegração de uma bancária demitida grávida pelo Itaú.
A trabalhadora da Unidade Planejamento Atendimento Comercial havia sido dispensada no dia 14 de maio. Dois dias depois a gravidez foi descoberta.
Mesmo diante da apresentação do teste confirmatório, o banco manteve a demissão alegando que ela teria de apresentar um teste morfológico, que é feito só a partir dos três meses de gestação.
Sindicato entra em ação
Diante da situação, ela procurou o Sindicato dos Bancários de São Paulo que, por sua vez, entrou em contato como Itaú, por meio da área de relações sindicais, para exigir a reintegração da trabalhadora.
Importante destacar que a empregada gestante possui estabilidade garantida pela Constituição Federal, desde a concepção da gravidez até cinco meses após o parto. Independentemente de ela ter conhecimento ou não da gestação, o emprego deve ser garantido.
“Este caso mostra que o direito constitucional é desrespeitados com frequência pelas empresas, incluindo bancos como o Itaú. Também reforça a importância de os trabalhadores se manterem próximos do Sindicato, denunciando todo tipo de problema no local de trabalho, incluindo assédio. As denúncias nos ajudam a cobrar do banco a solução para as ocorrências ou a melhoria nas condições de trabalho”, destaca Sérgio Lopes, o Serginho, diretor do Sindicato e bancário do Itaú.
Conte com o Sindicato: sua voz contra os abusos
A reintegração da bancária gestante soma-se a muitas outras vitórias que comprovam a importância da atuação efetiva do Sindicato ao lado dos bancários.
“As mensalidades dos associados garantem o sustento da nossa entidade, seja nas negociações coletivas para a conquista de novos direitos, ou na luta contra demissões, assédio ou qualquer outro problema no local de trabalho. O Sindicato é a sua voz contra os abusos do banco. Fortaleça a luta por empregos, aumento real e PLR. Sindicalize-se já!”, afirma Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato.