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Em Defesa da Cassi

Caref repudia manifestação de secretário de Paulo Guedes contra a Cassi

Em nota, Débora Fonseca defende o voto SIM na proposta de recuperação da caixa de assistência dos funcionários do BB; Salim Mattar, responsável pela Secretaria Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, afirmou que benefícios das empresas públicas, como plano de saúde, são 'privilégios'

  • Débora Fonseca, Conselheira de Administração Representante dos Funcionários do BB (Caref)
  • Publicado em 21/11/2019 16:33 / Atualizado em 21/11/2019 16:33

Em nota, Débora Fonseca, Conselheira de Administração Representante dos Funcionários do BB (Caref), repudiou a manifestação, via redes sociais, de Salim Mattar, responsável pela Secretaria Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados. Para ela, Mattar e membros do Conselho de Administração indicados pelo governo Bolsonaro "estão estrategicamente alinhados a um projeto claro de destruição da Cassi e do enfraquecimento do papel social dos bancos públicos". Débora também defende voto SIM na consulta sobre a proposta de recuperação da Cassi.

> Consulta: ‘ou aceita a proposta, ou deixa a Cassi morrer’

Tire suas dúvidas sobre a nova proposta para a Cassi 

Caref: ‘BB tem de discutir remoções compulsórias com representantes dos funcionários’

Confira a íntegra a nota:

A manifestação via redes sociais do secretário de desinvestimento e desestatização, Salim Mattar, demonstra o posicionamento neoliberal do governo em relação às empresas públicas. É o mesmo governo que, no BB, indicou a maioria dos membros do Conselho de Administração, que estão estrategicamente alinhados a um projeto claro de destruição da Cassi e do enfraquecimento do papel social dos bancos públicos.

Por isso estão apostando fortemente no NÃO para a proposta de equalização da CASSI. Qualquer acordo salarial e de conquistas, como Cassi e Previ, nas estatais federais, precisa ser submetido previamente ao Ministério da Economia do neoliberal Paulo Guedes, ministro do governo de Bolsonaro. Uma aventura para tentar um novo acordo na atual conjuntura será desfavorável aos trabalhadores.

Votando SIM podemos salvar esse patrimônio de todos os funcionários!  Só votando SIM podemos evitar mais um ataque que pretende acabar com as conquistas dos trabalhadores. Liquidar a CASSI e vender sua carteira de 420 mil vidas ao mercado para planos de saúde privados sob o falso argumento da eficiência financeira é, de fato, abrir caminhos para privatização do Banco do Brasil.

 

 

Por isso, defendo o voto SIM! A escolha agora é pela preservação do nosso futuro e de tudo que nós funcionários conquistamos.

 



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