Pular para o conteúdo principal
Chapéu
Diversidade

Coletivo LGBT do Sindicato está na disputa por vaga em Conselho

Linha fina
Candidatura do coletivo foi aprovada para pleitear vaga no conselho que atua na promoção de políticas públicas para a dignidade e a cidadania da população LGBT da cidade
Imagem Destaque

O Coletivo LGBT do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região será uma das entidades participantes de uma chapa para a disputa do Conselho de Polítias LGBT da cidade de São Paulo. Ao lado de outras entidades, o Sindicato atuará no Conselho seguindo sua tradição em pautar ações de equiparação de direitos para pessoas gays, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais ou de toda a miríade de identidades de gênero e orientação sexual. A eleição para o conselho acontece no dia 01/02/2021 e podem votar cidadãos com 16 anos ou mais, residentes  no  município  de  São  Paulo e que sejam autodeclarados LGBT.

O Conselho é um importante órgão para a cidade de São Paulo, para garantir a participação popular e fortalecer a Democracia, tem caráter autônomo e permanente, propõe ações que são fruto das demandas e das mais legitimas aspirações da sociedade civil, com vistas a promover cidadania, o respeito à diversidade e a defesa dos direitos conquistados.

Para o dirigente sindical e coordenador do coletivo LGBT do Sindicato, Anderson Pirota, o papel cumprido pelo grupo nestes anos de existência contribuiu para que a entidade tenha hoje um histórico de pioneirismo nos avanços para as e os trabalhadores LGBTI+ da categoria bancária, e levará esta luta para o Conselho.

"No Sindicato, a luta das e dos trabalhadores LGBTI+ se traduz na conquista das mesas de igualdade de oportunidades, onde o movimento sindical debate ações para promover equidade entre pessoas com diferentes orientações sexuais e identidades de gênero, sendo pioneiro na conquista de cláusulas de combate à discriminação, a exemplo da igualdade de direitos para casais homoafetivos", diz o dirigente.

Ele lembra que a entidade também é pioneira na garantia do uso do nome social em respeito à identidade de gênero de bancárias e bancários transexuais nos documentos e registros de uso interno e externo.