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Chapéu
Força, bancário!

Pressão está valendo! Seja protagonista na luta por direitos

Linha fina
Mobilização dos trabalhadores garantiu vitória comissão do Senado: por 10 votos a 9, proposta de reforma trabalhista defendida por Temer, banqueiros e empresários foi derrotada. Agora é hora de pressionar os parlamentares da CCJ, onde o texto será lido nesta quarta 21 e votado no dia 28
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Foto: CUT

São Paulo - A mobilização dos trabalhadores nas ruas e nas redes sociais garantiu nesta terça-feira 20 – dia do esquenta para a greve geral – uma grande derrota para o governo Temer, banqueiros e empresários defensores da “reforma” trabalhista, que acaba com direitos dos trabalhadores. O relatório do PLC 38 foi rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado por 10 votos contrários e 9 favoráveis ao parecer de Ricardo Ferraço (PSDB-ES), da base aliada de Temer.

> Quiz: Você sabe quem foi contra a 'reforma' trabalhista na CAS?

O texto segue para leitura na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), nesta quarta 21, e votação no dia 28. Depois deverá ser votado no plenário do Senado, junto com o parecer do senador Paulo Paim (PT-RS), contra a retirada de direitos, aprovado terça, na CAS. 

“Nossa pressão está valendo e agora temos de aumentar ainda mais a mobilização e pressionar os senadores da CCJ (veja abaixo) a não votarem contra os trabalhadores”, afirma a secretária-geral do Sindicato, Ivone Silva. “Por isso também estamos percorrendo os locais de trabalho para referendar juntos aos bancários nossa participação na greve contra a retirada de direitos e o fim da aposentadoria. Só nossa união, organização e luta vão garantir nossas conquistas.” Clique aqui para mandar e-mail para os senadores.

Quiz: você está por dentro da 'reforma' trabalhista?
 
Greve vem aí - O Sindicato está percorrendo os locais de trabalho para referendar junto aos bancários a participação na greve geral que será realizada no final deste mês. “Reaja agora ou morra trabalhando”, convoca Ivone Silva. “Vamos dedicar esse dia de trabalho à luta por nossos direitos, antes que não tenhamos mais pelo que lutar. Governo, bancos e grandes empresas querem acabar com direitos trabalhistas e a aposentadoria para ganhar mais. Essas medidas não vão ajudar a criar mais empregos, mas vão tornar os trabalhadores mais frágeis. É isso que eles querem, mas nós não vamos aceitar. Vai ter greve!”

Greve geral é a principal arma contra reformas de Temer

Assembleia - Venha eleger os delegados que representarão os bancários de São Paulo, Osasco e região na Conferência Estadual, a ser realizada em 15 de julho. Vamos votar também a participação da categoria na greve geral. Leve crachá do banco e documento com foto para o credenciamento. Será na segunda-feira 26, a partir das 19h, na Quadra (Rua Tabatinguera, 192, Sé).