Foto: Seeb-SP
Teve início na manhã desta segunda-feira, 24 de agosto, a nona negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban (federação dos bancos), no âmbito da Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026. A mesa de negociação é a primeira após a grande paralisação nacional da categoria, realizada no dia 20 de agosto.
Os bancários e bancárias de todo o Brasil, de bancos públicos e privados, cobram dos bancos a apresentação de uma proposta global que contemple, entre outros pontos, aumento real para salários e demais verbas; valorização da PLR; aumento do piso; e reajuste maior para os vales alimentação e refeição.
Na negociação anterior, em 18 de agosto, os banqueiros recuaram da proposta de um novo modelo de reajuste por faixas salariais, que seria válido também para o VA e VR, e congelamento do piso de ingresso na categoria.
O recuo ocorreu após o Comando Nacional dos Bancários apresentar os resultados de assembleias em todo Brasil, realizadas em 17 de agosto, quando a categoria rejeitou de forma quase unânime a proposta da Fenaban e aprovou a paralisação ocorrida em 20 de agosto.
Fique atento ao site e redes sociais do Sindicato para atualizações e encaminhamentos sobre as negociações com os banqueiros.
Negociações anteriores
- Mesa 8: Mobilização dos bancários fez bancos retirarem proposta de reajuste por faixas salariais
- Mesa 7: Banqueiros apostam na divisão da categoria e não apresentam índice. Assembleia dia 17
- Mesa 6: Banqueiros, mais uma vez, não apresentam proposta. Bancários cobram aumento real!
- Mesa 5: Diante dos lucros bilionários dos bancos, bancários cobram aumento real para salários e demais verbas
- Mesa 4: Fenaban ameaça mesa única e Comando Nacional reforça unidade na defesa da categoria
- Mesa 3: Comando Nacional cobra igualdade de oportunidades e medidas para combater discriminação, diferenças salariais e endividamento da categoria
- Mesa 2: Comando Nacional exige suspensão das demissões e do fechamento de agências
- Mesa 1: Em 1ª negociação da Campanha Nacional, Sindicato pleiteia mais vagas para PCDs, jornada 4x3 e garantia do direito à desconexão