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Chapéu
Ao lado dos trabalhadores

Liquidação do Will Bank: Sindicato protesta e cobra direitos de 700 trabalhadores; plenária nesta quinta 12

Imagem Destaque
Imagem mostra um carro portando uma placa onde se lê "os direitos dos trabalhadores são tão importantes quanto os dos credores"

O Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região realizou um protesto nesta quarta-feira 11, em frente à sede do Will Bank. O ato denunciou o passivo social gerado pela liquidação da instituição financeira, decretada pelo Banco Central em 21 de janeiro.

Segundo dados do BC de outubro de 2025, o Will Bank contava com mais de 700 empregados ativos apenas na financeira. A incerteza quanto ao pagamento das verbas rescisórias mobiliza o Sindicato. Tire suas dúvidas sobre a liquidação.

Atuação do Sindicato na defesa dos direitos

Para garantir que o processo de encerramento não penalize os trabalhadores, o Sindicato enviou ofício ao responsável técnico nomeado pelo Banco Central, Eduardo Felix Bianchin. As reivindicações incluem:

  • Garantia plena de todos os direitos trabalhistas;
  • Respeito à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT);
  • Reuniões periódicas para acompanhamento de cada fase do processo.

“O Sindicato dos Bancários tem sido a linha de frente na defesa desses profissionais. Trabalhamos para assegurar direitos, exigir transparência e cobrar responsabilidade. Os trabalhadores estão entre os mais afetados por esse prejuízo social, consequência da má administração e de falhas na fiscalização”, afirma Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato.

Plenária urgente: participe nesta quinta 12

Foi definida a realização de nova plenária virtual com os trabalhadores demitidos e da ativa do Will Bank.

  • Quando: Nesta quinta-feira 12
  • Pauta: Organização e informes sobre a liquidação
  • Como participar: por meio deste link

“Só a união, a mobilização e a organização podem fazer frente à má-gestão do capital. Somos nós por nós. Trabalhadores e trabalhadoras, pessoas que dependem desses empregos para sobreviver e que nunca são lembrados pela mídia hegemônica quando uma instituição financeira é liquidada”, completa Neiva.

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