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Ferramentas da Diversidade

Filmes para pensar a diversidade: sexual e de gênero

O Sindicato selecionou sugestões de filmes que debatem a questão da diversidade sexual e de gênero. Assista, reflita, responda o 3º Censo da Diversidade e torne-se um Agente da Diversidade

  • Redação Spbancarios
  • Publicado em 01/10/2019 15:56 / Atualizado em 02/10/2019 10:41

Montagem: Linton Publio

O cinema é uma arte que sempre provocou importantes debates e refletiu grandes transformações da sociedade. O Sindicato selecionou uma série de filmes que nos ajuda a pensar a diversidade. Nesta matéria abordamos a diversidade sexual e de gênero.

Convidamos você a assistir e tornar-se um Agente da Diversidade, que nada mais é que um bancário ou bancária que luta por um ambiente de trabalho e sociedade mais justos, diversos e com mais igualdade para todos.

Glossário Tim tim por tim tim da diversidade
​> Filmes para pensar a diversidade: machismo
Filmes para pensar a diversidade: racismo
> Filmes para pensar a diversidade: Pessoas com Deficiência

Censo da Diversidade

Bancárias e bancários já podem responder ao questionário do 3º Censo da Diversidade, que está disponível no site da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). O Censo vai traçar um perfil da categoria bancária por gênero, raça, orientação sexual e PCDs (pessoas com deficiência). Os dados servirão para analisar o grau de inclusão nos bancos e, a partir daí, propor políticas de promoção da igualdade de oportunidades no setor bancário.

Clique aqui para responder o questionário do III Censo da Diversidade e colabore para a construção de um setor mais justo, diverso e igualitário para todos.

> Contraf pede prorrogação de prazo do Censo da Diversidade

Confira abaixo a lista de filmes que debatem a diversidade sexual e de gênero.

Favela gay

Documentário dirigido por Rodrigo Felha, um dos diretores revelados em "5X Favela, agora por nós mesmos". O principal tema abordado é a homossexualidade nas favelas cariocas, a partir da perspectiva de lésbicas e gays.

Milk

Uma cinebiografia de Harvey Milk (1930-1978), político norte-americano que assumiu sua homossexualidade publicamente nos anos 70, sendo o primeiro homossexual assumido a ser eleito a um cargo público nos Estados Unidos.

Hoje eu quero voltar sozinho

Leonardo é um adolescente cego que está em busca de seu lugar. Desejando ser mais independente, precisa lidar com suas limitações e a superproteção da mãe. Para decepção de sua melhor amiga, Giovana, ele planeja libertar-se de seu cotidiano fazendo uma viagem de intercâmbio. Porém, a chegada de Gabriel, um novo aluno na escola, desperta sentimentos até então desconhecidos em Leonardo.

Minha Vida em Cor de Rosa

Conta a história de Ludovic, uma criança que é vista pela família e comunidade como um menino, mas de forma consistente comunica ser menina. O filme retrata a família de Ludovic lutando para aceitar essa expressão de gênero transgressiva.

Transamérica

Bree Osbourne é uma orgulhosa transexual de Los Angeles, que economiza o quanto pode para fazer a última operação. Um dia ela recebe um telefonema de Toby, um jovem preso em Nova York que está à procura do pai. Bree se dá conta de que ele deve ter sido fruto de um relacionamento seu, quando ainda era homem. Ela, então, vai até Nova York e o tira da prisão. Toby, a princípio, imagina que ela seja uma missionária cristã tentando convertê-lo. Bree não desfaz o mal-entendido, mas o convence a acompanhá-la de volta para Los Angeles.

 

 

Tomboy

Laure é uma garota de 10 anos, que vive com os pais e a irmã caçula, Jeanne. A família se mudou há pouco tempo e, com isso, não conhece os vizinhos. Um dia Laure resolve ir na rua e conhece Lisa, que a confunde com um menino. Laure, que usa cabelo curto e gosta de vestir roupas masculinas, aceita a confusão e lhe diz que seu nome é Mickaël. A partir de então ela leva uma vida dupla, já que seus pais não sabem de sua falsa identidade.

Laurence Anyways

O jovem diretor canadense Xavier Dolan, que em seus filmes sempre aborda temáticas relacionadas à diversidade sexual e identidade de gêneros, conta a história do professor de literatura Laurence, um homem que, em seu aniversário de 30 anos, revela à sua namorada que quer se tornar uma mulher e irá fazer uma cirurgia de mudança de sexo. Mesmo abalada com a revelação, a namorada resolve permanecer ao seu lado. Ambientado na década de 1990, o filme mostra como o casal lida com os preconceitos de familiares, amigos e colegas de trabalho.

Meninos não choram

O filme norte-americano foi baseado em fatos reais e relata um caso de transfobia. Na obra, somos apresentados a Brandon Teena, um jovem que, biologicamente, possui um corpo feminino, mas que se identifica com o gênero masculino. Brandon muda-se para uma pequena e conservadora cidade do interior do Nebraska e, ali, apresenta-se à sociedade como homem, ocultando sua identidade trans, o que o obriga a uma vida dupla. Apaixona-se por Lana e é correspondido. A relação gera ciúmes em outros homens da cidade que descobrem sua condição de transgênero e o perseguem.

C.R.A.Z.Y. – Loucos de amor

Nessa comédia canadense Zac é um menino que vive com sua família em Québec nas décadas de 1960 e 1970. A narrativa percorre sua vida, junto a outros quatro irmãos, sua mãe e um pai machista e homofóbico. Zac sente atração por homens, mas, entre a culpa e o desejo, reprime sua homossexualidade, em busca da aprovação familiar. O filme aborda a temática com humor e possui uma trilha sonora repleta de clássicos do rock da época.

Garota Dinamarquesa

O longa conta a história da artista Lili Elbe, sua carreira, casamento e dramas pessoais. Casada com Gerda Wegener, interpretada por Alicia Vikander, Lili é hoje considerada pioneira transgênero, uma vez que foi a primeira mulher a realizar uma cirurgia de redesignação de sexo.



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